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Tópicos - NiceBoy

Páginas: [1] 2 3
1
Vídeos Animados / Bondage no hentai
« em: Setembro 13, 2018, 03:17:02 pm »

2
Vídeos Animados / A primeira vez que ela dorme com o namorado
« em: Setembro 13, 2018, 03:15:59 pm »

3
Vídeos Hardcore / Pegando a cunhada do jeito que ela gosta ?
« em: Setembro 13, 2018, 03:13:12 pm »

4
Videos Porno / Ela adora ser filmada...
« em: Setembro 13, 2018, 03:09:16 pm »

5

6
Vídeos BDSM e Fetish / Boa limpeza
« em: Setembro 13, 2018, 03:03:02 pm »

7
Apresentação Hot "Sexy Book" / Apresentações de Acompanhantes M & F
« em: Setembro 13, 2018, 03:00:44 pm »
Quadro destinado a apresentação de acompanhantes Femininos e Masculinos , poderá colocar nos sub quadros o seu anuncio e no quadro seguinte uma anuncio da sua area que trabalha  :).

8
Swing (Geral) / Swing (sexo)
« em: Setembro 13, 2018, 02:56:48 pm »
Swing ou troca de casais, é um relacionamento sexual entre dois casais estáveis que praticam sexo grupal como uma atividade recreativa ou social.[1] Existem correntes que consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos numa relação sexual. No entanto, o swing é um estilo de vida que casais adultos assumem para permitir e realizar suas próprias fantasias juntando-se com outros casais com a mesma filosofia para compartilharem a amizade e a intimidade sexual.[2]

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9
Voyeurismo / O que é o Voyeurismo
« em: Setembro 13, 2018, 02:55:07 pm »
Voyeurismo. Essa palavra traduz o prazer que alguns sentem em apenas espiar, observar o outro nu ou no ato sexual, sem participar e sem que o outro saiba disso.

“Esse ato de observar acontece, na maioria das vezes, porque o observador tem algum desejo sexual sobre o observado. Não há uma regra que defina quem é ou não é um voyeur, nem explicação concreta sobre este gosto”, conta a psicóloga Joanna Freitas.


Muitas vezes, o observador consegue até mesmo chegar ao orgasmo, já que se masturba ao olhar os outros. “Eu descobri que sentia prazer ao observar mulheres se trocando quando vi uma vizinha tomando banho, sem querer. O apartamento dela era na frente do meu e minha janela dava para o banheiro dela”, conta Maurício*. “Desde então, passei a procurar mais estas cenas. Não acho que seja nada anormal”, diz o voyeur.

Como parte de fantasias sexuais, o voyeurismo atiça o desejo sexual de quem o pratica, o risco de ser descoberto gera mais prazer. O gosto por observar não pode ser considerado uma doença ou distúrbio, desde que não seja exagerado e não transforme o ato de espiar na única forma de excitação e actividade sexual.

10
Voyeurismo / Psicólogo afirma que todos são Voyeurs em Potencial
« em: Setembro 13, 2018, 02:54:14 pm »
Quem pensa que voyeur é só aquela pessoa que passa o dia inteiro olhando de binóculo a vizinha do outro prédio está enganado. Qualquer um pode ser, mesmo sem se dar conta disso. Segundo o psicólogo santista Arlindo Salgueiro, até a fofoca é uma forma de voyeurismo.

 Basicamente, o voyeurismo é uma maneira de realizar os próprios desejos através de outras pessoas. É típico de quem não se sente apto a satisfazer as próprias vontades por inibição ou alguma dificuldade. Mas qualquer um pode ser um voyeur em potencial. Não é uma patologia, pelo menos em suas formas mais amenas. “Se fosse assim, todos nós seríamos patológicos”, diz Salgueiro.

 Casais que gostam de ver os parceiros se relacionando sexualmente com outras pessoas, que têm muita curiosidade pela intimidade alheia, que adoram fazer fofoca são todos voyeurs. Os que gostam de fantasiar demais na hora do sexo também. E, para surpresa de muitos, ficar também é voyeurismo. “Quando você fica com alguém que mal conhece, está deixando essa pessoa invadir sua intimidade”, explica o psicólogo.

 Quem gosta de ser observado também está no mesmo nível daqueles que gostam de olhar. É o caso, por exemplo, dos participantes de reality shows. Na opinião de Salgueiro, esses programas são perigosos porque exploram e banalizam o voyeurismo. “Isso acontece porque todos nós, hoje em dia, sofremos de falta de comunicação pessoal. Não temos mais o processo de conhecimento, de troca, de sedução”.

É claro que ficar ou fazer fofoca não é tão grave quanto ter uma obsessão pela intimidade do vizinho ou só conseguir se excitar ao ver outras pessoas fazendo sexo. O problema é exatamente quando o grau evolui. “As pessoas acabam passando das coisas mais banais para as piores. Chega uma hora em que o indivíduo começa a ficar frustrado porque não consegue mais se relacionar normalmente. É quando ele procura ajuda”.

O voyeurismo nasce de uma insatisfação pessoal, de uma falha da percepção dos sentimentos. “Quando a pessoa não está distante das próprias emoções, ela se basta e não precisa de projeções de si mesma. Olhar os outros é projetar-se neles”. Também é uma forma de viver fantasias onipotentes. “Através do voyeurismo, o indivíduo viaja. Nas suas fantasias, ele pode tudo. Chega uma hora em que ele já não quer mais a realidade”, explica Salgueiro.

 De acordo com o psicólogo, na adolescência isso é normal. O adolescente ainda não tem sua identidade formada, está em fase de afirmação pessoal. Mas, depois de adulto, a tendência é diminuir. Ele lembra ainda que o voyeur pode ser considerado um criminoso, caso o objecto de observação se sinta invadido em sua privacidade.

11
"L.G.B.T" / LGBT
« em: Setembro 13, 2018, 02:52:03 pm »
LGBT é a sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros. Em uso desde os anos 1990, o termo é uma adaptação de LGB, que era utilizado para substituir o termo gay para se referir à comunidade LGBT no fim da década de 1980.[1] Ativistas acreditam que o termo "gay" não abrange ou não representa todos aqueles que fazem parte da comunidade.[2]

A sigla tornou-se popular como uma autodesignação; tem sido adotado pela maioria dos centros comunitários sobre sexualidade e gênero e em meios de comunicação nos Estados Unidos, bem como alguns outros países de anglófonos.[3][4] O termo é usado também em alguns outros países, particularmente naqueles cujos idiomas usam acrônimos, tais como Argentina, Brasil, França e Turquia.

A sigla LGBT se destina a promover a diversidade das culturas baseadas em identidade sexual e de gênero. Ele pode ser usado para se referir a qualquer um que não é heterossexual ou não é cisgênero, ao invés de exclusivamente se referir as pessoas que são lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros.[2][5] Para reconhecer essa inclusão, uma variante popular, adiciona a letra Q para aqueles que se identificam como queer ou que questionam a sua identidade sexual; LGBTQ foi registrado em 1996.[6] Aqueles que desejam incluir pessoas intersexuais em grupos LGBT sugerem a sigla prolongada LGBTI.[7][8] Algumas pessoas combinam as duas siglas e usam LGBTIQ ou LGBTQI.[9] Outros, ainda, adicionam a letra A para os assexuais ou simpatizantes: LGBTQIA. Finalmente, um sinal de + é por vezes adicionado ao final para representar qualquer outra pessoa que não seja coberta pelas outras sete iniciais: LGBTQIA+.[10]

Pode ou não as pessoas se identificarem como LGBT, dependendo das suas preocupações políticas ou se elas vivem em um ambiente discriminatório, bem como a situação dos direitos LGBT onde elas vivem.[11]

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"Transgéneros" / Transgênero
« em: Setembro 13, 2018, 02:48:15 pm »
O termo transgênero surgiu pela primeira vez em meados dos anos oitenta, para definir uma categoria de transtorno de gênero que não era abrangida nas que já haviam. Existiam duas categorias gerais gays e travestis, mas sabemos que os transtornos de gêneros são muito mais abrangentes que isso, tendo transformistas, travestis, intersexistas, crossdressers entre outros.

O grande diferencial dos transgêneros em relação aos outros transtornos de gênero, é que eles de fato não se identificam com o sexo em que se encontram. A frase mais ouvida entre eles é: “estou no corpo errado”. Esses indivíduos se sentem totalmente do gênero oposto aos seus corpos, e sofrem um desconforto persistente em relação ao próprio sexo.

É importante lembrar que identidade de gênero e atração sexual são coisas muito diferentes, por isso ser transgênero não significa ser homossexual.

Os trans (como são conhecidos os trangêneros), já demonstram, desde muito cedo, sua insatisfação com o próprio corpo. Existem casos de crianças de 3,4 anos que já se descobriram como transgêneros, e vivem com o sexo que se identificam. O apoio dos pais e a busca por médicos especializados nesse tipo de assunto é essencial. Nesses casos a função dos pais é perceber se a criança não está passando por uma fase, se é gay, ou de fato possui transtorno de gênero.

A identidade sexual nesses casos, não está nada ligada ao corpo e órgãos, está ligada ao mental, chamado “sexos cerebrais”, o seu sexo pode ser masculino, mas o seu gênero feminino e vice-versa. Reforçando que o sexo é ligado ao corporal, aos órgãos sexuais, e gênero é mais comportamental e social.

Com o acompanhamento médico correto, as crianças trans podem ao entrar na puberdade iniciar o tratamento hormonal, que inibirá o corpo de tomar formas do sexo que não se identifica.  Além disso o tratamento hormonal permite ao indivíduo desenvolver algumas características do seu gênero, por exemplo, no tratamento de uma mulher transgênero, o hormônio induz o crescimento de mamas, suaviza os traços no rosto e afina voz. Já no tratamento de transgêneros masculinos, crescem os pelos, a voz fica mais grave, feições mais brutas e interrompe a menstruação. Ao chegar na maioridade os trans podem fazer a cirurgia de mudança de sexo.

13
"Bissexuais" / O que significa ser bissexual?
« em: Setembro 13, 2018, 02:46:44 pm »
O que significa ser bissexual?

Ser bissexual significa sentir atracão sexual por ambos os sexos, feminino e masculino. Um homem ou uma mulher bissexual irá sentir-se atraído por mulheres, mas também por homens. Normalmente existe uma maior inclinação para o sexo contrário, mas pode não ser sempre assim.


É desejo, mas não amor?


Existem vários tipos de bissexuais, no entanto, o mais comum é existir desejo sexual, mas não amor real, ou seja, uma mulher pode ficar fisicamente atraída por outra mulher e ter relações sexuais, mas não irá ter uma relação de amor com ela. Normalmente, os bissexuais sentem uma atração física por pessoas do mesmo sexo, mas não sentem o amor necessário para uma relação a longo prazo.

Claro que isto varia de pessoa para pessoa e não deve nunca ser tomado como regra. Existem imensos bissexuais que se apaixonam e têm relações longas com pessoas do mesmo sexo!


Posso ter uma longa relação com alguém do mesmo sexo?

Um bissexual pode perfeitamente ter uma relação longa com alguém do mesmo sexo. Sê-lo significa que sente atração pelos dois sexos, e nesse caso, pode perfeitamente ter uma relação longa com alguém do mesmo sexo.



Pessoas e não sexos

Alguém que gosta de ambos os sexos não separa sexos, separa pessoas. Um heterossexual ou um homossexual sentem-se atraídos por um sexo, oposto ou não, e escolhem primeiro o sexo e só depois a pessoa. O bissexual não faz qualquer distinção no sexo e apaixona-se pela pessoa em si e não pelo sexo.

É considerado um amor puro, pois está dedicado à verdadeira natureza da pessoa, sem qualquer ligação com o género.



Bissexual ou curioso?

Existem muitas pessoas, principalmente jovens, que julgam ser bissexuais porque se sentem atraídos por ambos os sexos, no entanto, é muito comum que se trate de apenas curiosidade.

Com a abertura da mente a várias liberdades sexuais, é normal que o jovem sinta curiosidade pelo mesmo sexo e sinta vontade de experimentar uma relação. Este sentimento pode muitas vezes ser identificado como de alguém bissexual quando se trata apenas de curiosidade. Nestes casos, poderá perceber se é bissexual ou apenas curioso, se após ter a sua experiência com alguém do mesmo sexo, volta a sentir necessidade de estar com alguém do mesmo sexo.

14
"Gays" / Por que homens ‘hetero’ fazem sexo com outros homens?
« em: Setembro 13, 2018, 02:44:23 pm »
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Sim, você leu certo: homens que fazem sexo com outros homens e não são homossexuais. É mais habitual do que se pode imaginar. E é bem simples: um homem heterossexual conhece outro (num bar, numa rede social, tanto faz) e eles decidem fazer alguma brincadeira sexual. E, como se não bastasse, gostam. Depois, cada um segue com sua vida perfeitamente hétero, sem que o encontro os faça duvidar da sua orientação. O que leva alguns homens a essas práticas? E por que é incorrecto catalogá-los como gays?

Hoje em dia, a aceitação da diversidade sexual é muito maior do que no passado. “À medida que há uma maior tolerância, todos saímos um pouquinho dos nossos armários”, argumenta o psicólogo, psicoterapeuta e sexólogo espanhol Joan Vílchez. “Homens que não chegam a se sentir muito satisfeitos sexualmente podem ter a chance de manter relações com outras mulheres, com um homem, ou de experimentar certas práticas que em outros tempos eram mais censuradas.” Para Juan Macías, psicólogo especializado em terapias sexuais e de casal, “conceitos como heteroflexível ou heterocurioso estão permitindo aos homens explorar sua sexualidade sem a necessidade de questionar sua identidade como heterossexuais”. Por outro lado, a Internet facilita o contato, que pode ser virtual ou físico.

A orientação sexual é construída socialmente, são categorias rígidas e excludentes, com implicações que afectam a identidade individual e social”

Os especialistas acham isso a coisa mais natural do mundo, pois partem da premissa de que uma coisa é a orientação sexual de um indivíduo, e outra as práticas que ele realiza. “A orientação sexual”, explica Macías, “é construída socialmente, são categorias rígidas e excludentes, com implicações que afectam a identidade individual e social”. Forçosamente, alguém precisa se encaixar em alguma destas três classificações: heterossexual, homossexual ou bissexual. Por outro lado, “a prática sexual é mais flexível e mais livre, é um conceito descritivo. Um espaço tremendamente saudável na exploração do desejo se abre quando a pessoa se liberta da identificação com uma orientação sexual”, diz Macías.

 


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Isso é tão natural que vem de longe. Na Roma antiga, não era raro que um homem comprometido com uma mulher mantivesse um amante. Por não falar do que acontecia nos bacanais. E jovens de todas as épocas recorreram a passatempos com uma conotação sexual difusa. “Na adolescência é bastante comum que haja jogos de certa forma associados aos genitais: ver quem urina mais longe, ver quem tem o maior, existem toques…”, diz Vílchez. “Não deixam de ser incursões homossexuais, mas ainda prepondera o modelo heterossexual, e acontecem a partir da transgressão própria da juventude”, observa o psicólogo.

Um novo modelo: SMSM

Em 2006, um estudo sobre a discordância entre comportamento sexual e identidade sexual realizado por pesquisadores da Universidade de Nova York revelou que 131 homens, de um total de 2.898 entrevistados, admitiram ter relações com homens apesar de se definirem como heterossexuais. Pelos cálculos dos especialistas, esse grupo representa 3,5% da população. Há anos, os médicos empregam a sigla HSH para se referir ao conjunto dos homens (héteros ou gays) que fazem sexo com outros homens. Mas, recentemente, aflorou outro acrônimo mais preciso para definir esse grupo: SMSM (“straight men who have sex with other men”, ou homens heterossexuais que fazem sexo com outros homens). Sites como o Straightguise.com se dedicam ao tema.

Em julho, saiu os EUA o livro Not Gay: Sex Between White Straight Men (“Não gay: sexo entre homens brancos heterossexuais”), em que a professora Jane Ward, da Universidade da Califórnia, fazia a seguinte colocação: uma garota hétero pode beijar outra garota, pode gostar disso, e mesmo assim continua sendo considerada hétero; seu namorado pode inclusive estimulá-la a isso. Mas e os rapazes? Eles podem experimentar essa fluidez sexual? Ou beijar outro garoto significa que são gays? A autora acredita que estamos diante de um novo modelo de heterossexualidade que não se define como o oposto ou a ausência da homossexualidade. “A educação dos homens tem sido bastante homofóbica. Fizeram-nos acreditar que é antinatural ter esses impulsos por outros homens”, explica Vílchez.

Experimentando, experimentando

 


O perfil mais estendido é o do explorador sexual: aquele a quem gosta de provar coisas novas

As motivações, logicamente, são múltiplas. O perfil mais difundido é o do explorador sexual, que gosta de provar coisas novas. “Experimentar uma relação homossexual é uma novidade para ele e, mesmo que ele goste, não podemos dizer que seja homossexual, e sim que goste dessa prática”, diz o médico de família e sexólogo Pedro Villegas. Vílchez compartilha dessa ideia. “A bissexualidade está muito na moda, e na verdade somos todos bissexuais: se você fechar os olhos, dificilmente conseguiria identificar quem está lhe acariciando, se é um homem ou uma mulher. Não há um homem que seja 100% homossexual, nem 100% heterossexual”, sentencia.

Outra das causas é um desencanto com as mulheres, frequente depois de alguns rompimentos conjugais. Vílchez explica: “Quando um casal heterossexual está em crise, é habitual que alguns homens sintam que não se entendem com as mulheres, que são incapazes de se dar bem com elas, e é como se olhassem para o outro lado. Acontece uma espécie de regressão, volta-se a um estágio anterior no qual os homens se sentiam bem juntos, como na adolescência. Em muitos casos é uma necessidade mais afectiva do que realmente sexual”.

De fato, para esse especialista, essas relações eróticas às vezes escondem uma necessidade de afeto que o homem não está acostumado a expressar. “Nos homens há muita tendência à genitalização. Entre a cabeça e os genitais há o coração, que representa os sentimentos, e os intestinos, que simbolizam os comportamentos mais viscerais e as emoções mais intensas, e é como se os homens tivessem aprendido a fazer um desvio: passamos da cabeça directamente para os genitais, sem viver plenamente as emoções. No caso das mulheres, por tanta repressão da sua sexualidade e por medo da gravidez, acontece o contrário: elas têm muita dificuldade de genitalizar. Para um homem às vezes é mais fácil fazer isso do que expressar emoções mais subtis ou dizer a outro homem: ‘É que me sinto inseguro, tenho medo, sinto-me frágil, não sei o que quero’.”

O impulso narcisista

Entre os homens héteros que vão para a cama com outros homens também há muitos narcisistas. “É aquele sujeito que gosta que prestem atenção nele. Acontece muito nas academias de ginástica: ele gosta de despertar admiração, e não se importa se isso provém de homens ou mulheres”, aponta Eugenio López, também psicólogo e sexólogo. Outros simplesmente têm vontade de transar e recorrem a inferninhos gays, porque acham que lá será mais fácil.

Há homens heterossexuais que se envolvem com homens porque gostam; outros, por falta de alternativas – pensemos nos que são privados do contacto com mulheres por períodos prolongados (será que eram mesmo gays os caubóis de O Segredo de Brokeback Mountain?). “O ser humano se rege por seus pensamentos”, argumenta López. “E, se ele acreditar que está perdendo sua sexualidade pela falta de uma mulher, pode reafirmá-la com outro homem. Costuma começar com um simples roçar.”

Se não houver conflito, não há problema

Alguns desses neo-heterossexuais podem ter sentido impulsos desse tipo no passado, mas sem se atreverem a dar o passo. “Aí vêm as circunstâncias da vida que colocam isso de bandeja e eles decidem viver a experiência, mas isso gera um conflito para eles, porque por um lado lhes proporciona prazer, mas por outro ameaça um pouco seu status e sua imagem: ‘Sou ou não sou?’, perguntam-se”, comenta Vílchez. Também podem ficar confusos aqueles que chegam ao SMSM pela carência de uma figura paterna positiva na sua infância: “Às vezes, para reforçar sua masculinidade, integram-se a atividades ‘de homens’ (futebol, musculação) ou têm contactos sexuais com outros homens, mas o que procuram é sobretudo compreensão e carinho”, acrescenta. Os psicólogos são unânimes em dizer que sua intervenção é dispensável quando essas experiências não provocam um conflito no indivíduo. “Se não estão incomodados, não há nada para tratar”, conclui Villegas.

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Relatos Eróticos / Autocarro
« em: Setembro 13, 2018, 02:35:10 pm »
Tinha estado separado de uma miúda cerca de um ano.. Eu gostava muito dela, e sabia que ela gostava de mim, mas sabem como é, a vida nem sempre vai de encontro ás nossas querenças...
 Eu ligava-lhe com frequência, e enviava-lhe muitas mensagens de amor... Ela namoriscava com outro rapaz e eu arranjava os meus namoriscos, mas na verdade, queriamo-nos um ao outro...
 Um dia, ela liga-me..
 -Precisamos de falar. -Disse ela-
 -Que se passa?? -Repliquei
 -Tenho de falar contigo. -Insistiu
 -Ok, quando? -Sabia que era coisa importante, ela nunca falava de coisas sérias sem ser cara a cara..
 -Hoje, apanha-me na estação do metro em Alvalade..
 -A que horas?
 -20H30m..
 -Combinado.
 Desligá-mos... Comecei a ficar preocupado, o que se passaria?? Fiquei ansioso, aquela antecipação terrivel, nós a tentarmos adivinhar o que se passa, sabem??

 20H30m, lugar combinado...
 Ela sai do metro, chega ao pé de mim, e em vez de dois beijinhos na cara, espeta-me com um beijo na boca, mas um daqueles beijos de lingua tremendos, em que os mortos ficam de pé...
 Tremi por dentro, tanto tempo de luta a tentar reconquistá-la finalmente compensou...
 -Que querias falar? -Perguntei-lhe..
 -Já te digo.
 -Queres voltar para mim, é isso??
 -Não.
 -Então?? Queres curtir, perceber se ainda gostas de mim?? O que se passa??
 Aí ela larga a bomba...:
 -Quero que me comas!
 -Desculpa? -Pergunto eu ainda meio atordoado..
 -Quero que me comas... -Repete ao meu ouvido, numa voz sexy e cheia de tesão..
 -Para onde vamos? -Perguntei.
 -Para onde quiseres, só quero que me comas toda.
 Decidi levá-la para casa, para minha casa, os meus pais eram bastante liberais nestes assuntos, e desde que não abusássemos, sabia que podia fazer o amor com ela bastante à vontade...
 Entrámos no autocarro, sentámo-nos, ela encostada á janela da direita, e eu do seu lado esquerdo. Ela vinha de mini-saia, com collants de ligas, e com um sobretudo por cima. Fez questão de deixar o sobretudo abrir-se e puxou um pouco a mini-saia para cima, de modo a que eu visse que estava de meias de ligas (sabia que eu fico doido com essas meias..), e eu agarrei-lhe logo na perna esquerda, ela olhou para mim, inclinou a cabeça para nos beijarmos, enquanto nos beijávamos pegou na minha mão e colocou-a entre as suas pernas, por cima das cuecas a apalpar-lhe a sua vagina lindíssima...
 Abusei um pouco, meti-lhe as mãos por dentro das cuecas, e ela muito excitada abria a boca, com uma expressão de prazer, tinha a coninha molhada, e eu judiei com ela, masturbei-a muito, e bem, reparei que uma ou duas pessoas que iam no autocarro (havia pouca gente naquele autocarro àquela hora) repararam que estávamos muito excitados, e já olhavam para nós com ar de desconfiança..
 Levei-a para casa, sempre a fazer estes jogos muito eróticos, de provocação sexual mútua, e estava muito excitado, tal como ela.. Entrámos no meu quarto, despi as calças e os boxers, e já tinha o pénis todo babado, muito liquido prostático lubrificante a sair pelo buraquinho... Ela olhou para ele e apercebendo-se do meu estado ficou ainda mais excitada, e deixa sair um: -Ai môr...- E abocanha-mo, UAU... Que bem que soube, há tanto tempo que não sentia aquela boquinha linda a chupar-me.. Disse-lhe: - Isso bebé, mama, mama bem... -Ela não se ficou atrás, respondeu-me: -Tão bom, há tanto tempo que não te fazia um broche, que não sentia este caralho na minha boca... (Teve pelo menos um orgasmo enquanto me chupava).
 Eu delirava com tudo aquilo... Adoro uma boa boca, e adoro quando me dizem coisas deste género, é tão sensual e sexy e excitante uma mulher que se solta na altura do sexo, a mulher tem de ser dona de casa, senhora na rua, e puta na cama, não há outra forma... Sabem aquela expressão que diz que o homem se conquista pela barriga?? É treta, conquista-se na cama. Pelo menos comigo é assim...
 Ela deitou-se na cama de pernas abertas, mini saia escancarada, e cuequinha puxada para o lado, eu penetrei-a, durante algum tempo, fizémos um amor lento e intenso, com muitos beijos, ela puxou a camisola para cima, juntamente com o soutien, nem o desapertou, só o puxou para cima, eu ao ver aqueles seios lindos, nº 38, fiquei doido, liguei o cínico, e acelerei, espetei-lho com muita força e com muita velocidade, grandes bombadas sem parar, ela veio-se três, quatro vezes, e eu sempre a cavalgá-la...
 Ao fim de um tempo, já estava cansado, suado, a cama molhada, cheia de suco vaginal, eu estava pronto para gozar, ela pediu-me... -Lá dentro, dá-me o teu leitinho lá dentro..
 -Vou-te enprenhar minha puta, tenho dois litros de esporra aqui acumulada...
 -Então emprenha meu machão, emprenha a tua putinha, esporra-me toda..
 E eu esporrei... Deitei muito leite quente, todo lá para dentro, enchi aquela barriguinha toda por dentro....
 Ela veio-se muito também, os nossos líquidos misturavam-se, e estava tão quentinho....
 Foi muito bom...
 As mulheres também se conquistam na cama, pelo menos essa eu reconquistei-a na cama, mas não foi desta vez, foi um conjunto de vezes em que fizémos amor... Fomos fazendo mais vezes, e com intervalos mais pequenos, até que decidimos que era melhor namorarmos novamente...

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