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Mensagens - Fabiana

Páginas: [1] 2 3 4
1
Consultório Sexual / Como ter um relacionamento saudável
« em: Setembro 13, 2018, 02:44:24 pm »
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Viver a dois não é nada fácil e, para desvendar essa complexa tarefa, o  mineiro Ailton Amélio da Silva, pesquisador acadêmico sobre o assunto, acaba de lançar o livro “Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela” (Publifolha). Em dez capítulos, o autor procura mostrar os fatores que contribuem para o sucesso de um relacionamento e as condições psicológicas que levam ao fim de uma relação.

Ailton revela ainda como a conversa pode contribuir para se ter uma relação amorosa mais duradoura e proveitosa, e explica como ter uma vida afetiva saudável. Para nortear a internauta, o iG conversou com o psicólogo do amor.

Existe mesmo uma metade ideal? Ela é imutável?
Ailton Amélio da Silva - Puro mito. Quem lhe interessa aos 18 anos provavelmente não interessaria aos 30. Vamos evoluindo psicologicamente, mudando nossos interesses, estamos sempre em processo de mudança. Amamos e nos apaixonamos diversas vezes. A metade ideal está relacionada à mitologia grega e por isso há essa crença tão grande. Há diversos tipos e modos de amar, não existe amor ideal ou perfeito. Amor é coisa viva, como aquele ditado do monociclo: se você parar de andar, cai.

Que cuidado deve-se ter para não se enganar na hora de escolher o parceiro?
Ailton Amélio da Silva - É necessário haver similaridade entre os parceiros para se relacionar, mas quando em excesso pode virar amizade. Então, tome cuidado para não namorar seu amigo. Uma certa diferença é sempre bem-vinda, por exemplo: tem que admirar o outro porque aí significa que ele tem qualidades ou atributos que não tenho e por isso elas são admiráveis. Mas também não há possibilidade de se amar e de se relacionar com pessoas muito diferentes. É necessário ter o mesmo grau de escolaridade, mesmo estilo de vida, os planos em comum. Não dá pra uma pessoa gastadeira dividir a vida com uma super econômica. Ou uma pessoa super sociável e que goste de sair ficar com alguém caseiro...

Como as constantes transformações pessoais podem atrapalhar ou melhorar uma relação?
Ailton Amélio da Silva - Um relacionamento deve ser saudável e atraente para que seja transformador. Vamos mudando, evoluindo psicologicamente. É preciso cultivar o prazer em estar com o outro de diferentes formas e em diversos momentos. Ter sempre admiração pela pessoa, objetivos, planos e meios de vida em comum.
Ailton diz que é necessário haver similaridade entre os parceiros para se relacionar, mas quando em excesso pode virar amizade

Como manter a convivência sem cair no tédio?
Ailton Amélio da Silva - Tem que ter atração e desejo, mas isso é só o primeiro passo. O mais importante é não querer mudar o outro. É necessário convivência. E não existe amor ou namoro aos finais de semana ou só em situações agradáveis. É necessário convivência em situações diferentes, em diferentes meios. Você precisa conhecer a família dele, o meio onde há vivência, os hábitos, etc. Não dá para namorar de fim de semana e se encontrar só em situações agradáveis... É claro que ninguém se conhece 100% e nem vai conhecer, mas é necessário tentar saber o máximo possível sobre seu parceiro. Em testes feitos com casais que estão juntos, às vezes até há mais de 15 anos, é comprovado que eles se conhecem só 50%.

E o sexo, até que ponto é fundamental?
Ailton Amélio da Silva - O sexo é essencial e pressuposto para que uma relação se mantenha, mas geralmente é muito mal aproveitado. O ato sexual é uma expressão de liberdade, confiança e as pessoas não sabem como usá-lo. É preciso sempre variar, inovar, e aproveitar o que o sexo tem de melhor! Não é necessário fazer todas as posições do kama sutra, usar fantasias ou chamar outra pessoa para variar. O casal tem que se seduzir e se aproveitar.

Com modernidades como o swing, por exemplo, uma relação pode sobreviver?
Ailton Amélio da Silva - Quando a moldura afetiva vai bem, tudo é permitido. Só não pode haver inversão de valores e achar que para a relação melhorar é necessário que haja sexo com outras pessoas e de maneiras diferentes. Se o casal está bem, se respeita, conversa sobre tudo, tem confiança um no outro, é possível sim chamar outras pessoas para transar, ir a casas de swing... Mas isso é para poucos, a relação tem de estar muito bem clara. Não são todas as pessoas que aguentam essas atitudes, por ciúme e outras questões.

Como os/as solteiros (as) podem encontrar um novo amor?
Ailton Amélio da Silva - Não há fórmula. É necessário conhecer muitas pessoas, sair, conviver com diferentes tipos de gente, ter coragem e não ser tão carente. Quem é carente acaba engolindo qualquer coisa para suprir a carência. Não ser tão ciumenta também, porque o ciúme não pode ser o principal, não pode mover a relação. Também é necessário se relacionar com pessoas com defeitos que não te afetem ou que não sejam muito irritantes para você. Lembre-se, você não vai mudar a pessoa!

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2
Consultório Sexual / Lubrificantes
« em: Setembro 13, 2018, 02:43:46 pm »
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Quando fazemos sexo com nosso parceiro não é sempre que estamos devidamente lubrificadas, o que costuma trazer muita dor e incómodo durante a penetração. É nesse momento que se torna necessário o auxílio de uma lubrificação externa. Por isso sempre vale a pena saber como escolher um bom lubrificante íntimo.
Entre as diversas opções no mercado, os melhores e mais comuns são os lubrificantes à base de água. Eles são os mais adequados para a maioria das situações porque não apresentam risco de alergia, muito menos qualquer infecção, e também porque caem super bem com a camisinha, sem prejudicar em nada a performance ou ter alguma reacção estranha com o látex do preservativo. Por outro lado, nos quadros de secura vaginal, a melhor alternativa seria o uso de um lubrificante à base de silicone,  por durar mais tempo na vagina e também por ajudar no deslize durante a penetração.
Se você é daquelas que gosta de apimentar a relação trazendo novidades, também é possível usar os lubrificantes com sabor. São ideais para quem gosta de sair do convencional e amam fazer um sexo oral, já que esses lubrificantes ajudam na salivação e também trazem um sabor diferente, principalmente para quem não gosta muito dos sabores, digamos, naturais. As opções são variadas, indo desde frutas mais comuns como morango até outros sabores mais exóticos, como limão ou café. Nessa mesma linha de lubrificantes diferentes, também existem os que provocam sensações, como efeito de frio ou quente. Esses ajudam a apimentar ainda mais as sensações e despertar novas experiências.
Agora, se sua intenção é realizar o sexo anal, é interessante que procure um lubrificante específico para essa prática. Em geral, eles são um pouco mais gelatinosos e são feitos para durar mais tempo, pensando justamente no fato do ânus não ter lubrificação própria. Além disso, outros lubrificantes para o sexo anal ajudam na dilatação da região, facilitando a penetração. Provavelmente você já deve ter ouvido a respeito de diversas outras opções para lubrificação, principalmente para o sexo anal, como a vaselina ou óleos,  mas é importante saber que essas opções não são boas. Além de sair com facilidade, eles também deixam resíduos. Já os lubrificantes à base óleo,  podem causar infecções e também danos ao preservativo. Por isso, sempre compre os lubrificantes em lojas especializadas e com profissionais que saibam recomendar adequadamente.

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Consultório Sexual / Detox sexual pode ser um problema
« em: Setembro 13, 2018, 02:43:17 pm »
Muitas pessoas podem se encontrar em um detox sexual, ou seja, uma temporada sem ter relações sexuais. Isso é capaz de ocorrer por diversos motivos, mas o fato é que nossa saúde mental e emocional é claramente influenciada pelo sexo. Pesquisas indicam, inclusive, que a abstinência é capaz de levar a problemas como ansiedade e depressão.

 De acordo com um levantamento realizado pela indústria farmacêutica Pharma Dynamics, da África do Sul, oito a cada dez mulheres consideram ter uma vida sexual saudável, mas 70% delas disseram que a abstinência sexual as faz se sentirem deprimidas e levantar dúvidas sobre sua própria autoestima.

Para chegar a essa conclusão foi feita uma entrevista com aproximadamente 700 mulheres sul-africanas, todas envolvidas em relacionamentos sérios.

Além disso, uma pesquisa de 10 anos realizada com mil homens de meia idade na Queens University, Irlanda, mostrou que o sexo regular é capaz de aumentar a expectativa de vida dos seres humanos. Considerada a mesma idade e quadro de saúde, aqueles que tinham orgasmos com frequência mostraram metade da taxa de mortalidade se comparados aos homens que não o tinham.

Fazer sexo faz bem para a saúde

Fazer sexo seguro, especialmente com um parceiro comprometido e amoroso, pode trazer benefícios para a saúde. A cama é capaz de ser uma boa máquina de exercício e atividade sexual vigorosa para queimar até 200 calorias. Com isso, o sexo pode contribuir para a melhoria da aptidão física em geral.

Para os homens, muitos estudos têm mostrado que ele reduz o risco de ataques cardíacos ou AVC, bem como de incidência de câncer de próstata. Para mulheres, pesquisas têm revelado que o sexo regular aumenta a produção de estrogênio e diminui sintomas da TPM. Acontece que os benefícios vão ainda mais além.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Wilkes University, dos Estados Unidos, pessoas que têm sexo uma ou duas vezes por semana possuem um nível de imunoglobulina 30% superior aos indivíduos que não mantêm relações com tanta frequência. Essa substância é benéfica para o sistema imunológico do organismo, e ajuda a prevenir gripes e resfriados.

Outro estudo realizado pela Headache Clinic da Southern Illinois University, Estados Unidos, apurou que metade das mulheres que sofrem com enxaqueca relatam melhoras após atingir o clímax. Os pesquisadores explicaram que isso ocorre porque a endorfina liberada durante o orgasmo tem efeito próximo ao da morfina, sendo capaz de aliviar a dor.

Por isso, se você não está tendo sexo como gostaria, é preciso mudar essa situação. Verifique os motivos pelos quais sua vida sexual está em baixa e procure solucionar essas questões. Muitas vezes certas mudanças são necessárias para reincluir o sexo na rotina e obter todos os seus benefícios.

4
Consultório Sexual / Disfunção Eréctil (impotência)
« em: Setembro 13, 2018, 02:42:33 pm »
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O que é a disfunção erétil?

A disfunção erétil (DE), também descrita como impotência, é a incapacidade persistente, ainda que de forma não permanente, em obter e manter uma ereção suficiente para penetração, que permita uma relação sexual satisfatória.

A incapacidade em obter ou manter uma ereção suficiente para penetração afecta a maioria dos homens a determinado ponto das suas vidas, podendo ocorrer por diversas razões, como o consumo excessivo de álcool ou o cansaço. Porém, tal não pode ser classificado como disfunção erétil. É considerado normal falhar em menos de 20% das tentativas, não sendo geralmente necessário qualquer tratamento. Porém, não conseguir obter ou manter uma ereção suficiente para penetração em mais de 50% das vezes, já é considerado um problema e requer normalmente tratamento.

52% dos homens sofrem de Disfunção Erétil
Apesar de não ser grave e de se classificar como uma desordem benigna, esta condição não é necessariamente considerada normal em determinadas idades e é diferente de outros problemas que afectam as relações sexuais, como por exemplo o baixo desejo sexual ou a ejaculação precoce.
Está, porém, frequentemente associada a problemas de saúde físicos como por exemplo a hipertensão, a diabetes e o colesterol elevado, a problemas psicológicos como o stress e a ansiedade e a hábitos de vida, como o tabagismo.

A disfunção erétil tem um forte impacto na saúde física e psicológica e afeta não só a qualidade de vida do homem, como a da sua parceira.
Não pense que está sozinho e que não existem mais homens a sofrer do mesmo problema. Estima-se que cerca de 52% dos homens entre os 40 e os 70 anos sofram de disfunção erétil, apesar de homens mais novos poderem ser também afetados.

O que é uma ereção?
A ereção traduz-se por um aumento temporário do fluxo sanguíneo para o pénis, para que este se torne ereto. É um processo complexo que para além de ser o resultado de alterações vasculares, combina alterações nervosas e musculares:
O toque, os sons, as memórias eróticas e as fantasias causam excitação sexual ao estimular uma parte do cérebro chamada núcleo para-ventricular. Esta mensagem é depois transmitida aos nervos pélvicos e aos nervos do pénis.
O pénis apresenta dois corpos cavernosos, constituídos essencialmente por tecido muscular. Em resposta a estes sinais nervosos, as fibras musculares dos corpos cavernosos relaxam e permitem a entrada de sangue no pénis, levando à ereção.
Um mecanismo de bloqueio nas veias do pénis impede a saída de sangue, permitindo que este se mantenha ereto até ao orgasmo, momento em que o aporte de sangue ao pénis se reduz e este retoma a flacidez.
 

O que acontece na disfunção erétil?
Por o processo de ereção estar dependente da função muscular, vascular, nervosa e hormonal, a disfunção erétil pode desenvolver-se como consequência da alteração de uma destas funções. Pode ocorrer por vários motivos entre os quais as alterações à sensibilidade nervosa, a má circulação sanguínea e a baixa produção de testosterona.
Se sofrer de um problema neurológico que afete as mensagens trocadas entre o cérebro e os nervos do pénis, a disfunção erétil pode ocorrer. Da mesma forma, problemas na circulação do sangue podem tornar mais difícil a obtenção de uma ereção, uma vez que não chega sangue suficiente ao pénis.

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Consultório Sexual / Disfunção Erectil - Causas e Sintomas
« em: Setembro 13, 2018, 02:41:53 pm »
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Causas
A disfunção eréctil pode ser causada por problemas físicos, psicológicos ou por uma combinação dos dois. No caso dos problemas físicos, a limitação do fluxo sanguíneo para o pénis é a principal causa de disfunção eréctil, sendo esta motivada pela obstrução dos vasos que fornecem sangue ao pénis. Os problemas emocionais, o stress e a ansiedade afectam frequentemente homens mais jovens e interferem na condução dos impulsos nervosos do cérebro para o pénis durante a estimulação sexual.
Independentemente de sofrer de disfunção eréctil de causa física, psicológica ou ambas, um diagnóstico clínico eficaz irá permitir compreender a origem deste problema e identificar que outras condições de saúde subjacentes estão a contribuir para o seu desenvolvimento.

Causas Físicas:
Doença Cardíaca
Arterosclerose
Colesterol elevado
Tensão arterial elevada
Diabetes
Obesidade
Doença de Parkinson
Esclerose Múltipla

Causas Psicológicas:
Depressão
Ansiedade
Stress
Problemas na relação
Falta de comunicação entre o casal
Nervosismo
Baixa auto estima
Sentimentos de culpa

Quais os sintomas da disfunção eréctil?
Nem todos os homens apresentam os mesmos sintomas da disfunção eréctil, porém é importante saber que esta condição se manifesta pela incapacidade de conseguir e/ou manter uma erecção com firmeza suficiente que permita manter relações sexuais satisfatórias.
Apesar de esta incapacidade ser comum nos homens com disfunção eréctil, a forma como esta condição se desenvolve pode variar.

Disfunção eréctil transitória
Neste caso, é pouco provável que a disfunção eréctil seja motivada por problemas graves de saúde. É possível que muitos homens sofram de problemas de erecção a determinado momento das suas vidas, porém os mesmos não significam que a sua função eréctil se encontra comprometida, voltando ao normal após algum tempo. É possível que nesta situação, os problemas sejam causados for factores igualmente transitórios, como o consumo de álcool ou a toma de alguns medicamentos. Porém, à medida que os factores responsáveis são eliminados, a função eréctil volta ao normal sem que seja necessário administrar tratamento.

Disfunção eréctil gradual e persistente
É normalmente o resultado de um problema físico, como por exemplo a diabetes ou a tensão arterial e instala-se progressivamente à medida que os factores causais vão danificando a função vascular, muscular e nervosa. Devido à natureza crónica deste tipo de doenças, é pouco provável que a disfunção eréctil se venha a resolver sozinha, sem tratamento, mesmo que seja administrado tratamento para as condições de saúde subjacentes.

Disfunção eréctil abrupta
Este tipo de disfunção eréctil ocorre maioritariamente devido a causas psicológicas que impedem que no momento consiga obter uma erecção com firmeza necessária. Neste caso é possível fazer o despiste entre as causas psicológicas e físicas ao tentar obter uma erecção em momentos de menos pressão e ansiedade. Por exemplo, se consegue obter uma erecção de manhã quando se levanta ou quando se masturba, é pouco provável que uma causa física esteja por trás do seu problema de disfunção eréctil.

Outros sintomas da disfunção eréctil
Ainda que não sejam um sintoma directo da disfunção eréctil, as seguintes condições podem acompanhar a dificuldade em obter e manter a erecção:
Baixo desejo sexual: Este pode ser uma consequência da disfunção eréctil, principalmente quando esta ocorre frequentemente e de forma prolongada. Muitos homens sentem-se deprimidos por não conseguirem manter a sua função eréctil, o que tem consequências no seu desejo sexual. O baixo desejo sexual associado à disfunção eréctil pode levar a que o homem evite a intimidade, prejudicando o tratamento do problema.

Ejaculação precoce: Devido à dificuldade em conseguir manter a erecção, muitos homens ejaculam precocemente para evitar que a relação fique comprometida pelos problemas de erecção. Contudo, o hábito frequente de apressar a ejaculação pode dificultar o seu controlo no futuro, mesmo após o tratamento da disfunção eréctil. A ejaculação precoce pode ter em comum algumas das causas psicológicas da disfunção eréctil, pelo que é possível que estas condições ocorram em simultâneo.

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Consultório Sexual / Disfunção Erectil - Tratamentos
« em: Setembro 13, 2018, 02:41:15 pm »
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Quais os tratamentos da disfunção erétil?
A disfunção eréctil pode ser tratada em qualquer idade, sendo o tratamento dependente do estado de saúde geral do paciente e das causas do problema.
Nalguns casos, alterações ao estilo de vida como deixar de fumar, perder peso, etc, podem só por si ter um impacto positivo na disfunção eréctil, não sendo necessários tratamentos adicionais. No caso de tomar certos medicamentos, como antidepressivos, anti-hipertensores etc, um ajuste de dose ou a substituição por outro tratamento, recomendado pelo seu médico, podem melhorar a capacidade de erecção.
Porém, a maioria dos homens com disfunção erétil necessita de seguir tratamento para conseguir e/ou manter uma erecção suficiente para uma relação sexual satisfatória.

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Medicamentos de administração oral
Os medicamentos de administração oral são a primeira linha de tratamento para a disfunção eréctil. Estes consistem em substâncias classificadas como inibidores da PDE-5, uma enzima que quando em abundância restringe a circulação sanguínea para o pénis, mantendo-o flácido.
As substâncias que se seguem, são vulgarmente conhecidas pelos seus nomes comerciais e aumentam o aporte sanguíneo para o pénis para que a erecção ocorra, mediante estimulação sexual.

Sildenafil (Viagra®)
Comercializado pela Pfizer desde 1998, o Viagra contém o princípio activo sildenafil e foi o primeiro medicamento criado com a intenção de tratar a disfunção eréctil. Apresenta-se nas doses de 25mg, 50mg e 100mg, recomendadas de acordo com o estado de saúde do paciente e o grau de disfunção eréctil. Os efeitos têm uma duração até 4 horas e iniciam-se entre 30 minutos a 1 hora após a toma.

Tadalafil (Cialis®)
O tadalafil produzido pela farmacêutica Lilly é o tratamento para a disfunção eréctil com efeitos mais prolongados, até 36 horas. Apresenta-se em duas doses, 10mg e 20mg, recomendadas de acordo com o estado de saúde do paciente e o grau de disfunção erétil. Os seus efeitos têm início 30 minutos após a toma.
Para além das doses de 10mg e 20mg, tomadas consoante a necessidade, o Cialis conta ainda com uma versão diária, de 2,5mg ou 5mg, com efeitos constantes.

Vardenafil (Levitra®)
O vardenafil produzido pela Bayer é considerado o tratamento para a disfunção eréctil mais seguro, sendo frequentemente recomendado a pacientes com outras condições de saúde subjacentes. Apresenta-se nas doses de 5mg, 10mg e 20mg, administradas mediante a avaliação do estado de saúde do paciente e o grau de disfunção erétil. Os seus efeitos têm a duração de 5 horas e iniciam-se 15 a 30 minutos após a toma.
O vardenafil também se apresenta numa versão orodispersível de 10mg, que facilita a sua administração.

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Outros tratamentos
Por falta de resposta aos tratamentos de administração oral, podem ser recomendados tratamentos de segunda linha ou terceira linha, entre os principais encontram-se as injecções intra cavernosas, os dispositivos de vácuo e a cirurgia. Tal como os medicamentos de administração oral, qualquer uma destas opções está sujeita a recomendação médica, realizada de acordo com o grau de disfunção eréctil e o estado de saúde geral do paciente.
Injecções intra cavernosas
Consiste numa injecção de alprostadil directamente no pénis de forma a promover a erecção. A injecção é feita na base do pénis tendo efeito nos 5 a 20 minutos seguintes e durando este até 1 hora. É possível que a erecção perdure após a ejaculação, contudo o pénis voltará à sua flacidez normal após o fim dos efeitos. A injecção de alprostadil não está aconselhada para uso superior a três vezes por semana, sendo necessário fazer um intervalo de pelo menos 24 horas antes de uma nova administração.

Dispositivos de vácuo
Consiste na aplicação de um cilindro de acrílico no pénis, que com o auxílio de uma bomba cria vácuo e permite a obtenção de uma erecção por motivar a deslocação de sangue para a ponta do pénis. As bombas de vácuo têm também incorporado um anel de constrição colocado no fim do cilindro que será posteriormente aplicado no pénis para manter a erecção após a sucção feita pela bomba. O anel de constrição pode ser mantido durante a relação sexual, contudo deve ser retirado ao fim de 30 minutos após a colocação. Os dispositivos de vácuo podem ser bombeados à mão ou com o auxílio de uma bateria. A colocação do anel de constrição na base do pénis pode restringir a ejaculação ou retardar este reflexo.

Cirurgia
É considerado o tratamento de último recurso, recomendado em de caso insucesso das outras opções. Pode assentar em duas hipóteses: na aplicação de uma prótese/implante no pénis ou na reconstrução vascular para melhorar a circulação de sangue para o pénis.
A colocação do implante ou prótese é feita cirurgicamente nas câmaras do pénis, sendo o tipo mais comum a prótese hidráulica, insuflável, devido ao seu funcionamento mais natural.
A reconstrução vascular geralmente envolve o bypass das artérias bloqueadas do pénis pela transformação de uma artéria do músculo abdominal numa artéria peniana, de forma a criar um novo trajecto à circulação sanguínea para o pénis.

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7
Consultório Sexual / Vaginismo - Causas, Sintomas e Tratamentos
« em: Setembro 13, 2018, 02:40:44 pm »
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O que é o Vaginismo?
O vaginismo é caracterizado pela contração involuntária dos músculos (espasmo) ao redor do orifício da vagina, causando dor, dificuldade e até impossibilidade de manter relação sexual, sem causa física. Alguns estudos questionam a causa destes mecanismos que levam à dor como sendo desencadeada da mesma maneira que a vulvodinea localizada, que é a dor pela manipulação da entrada da vagina.
É frequente nos depararmos com casais que não expõem este tipo de problema, o que acaba levando a sentimentos de raiva, culpa, frustração, rejeição e distanciamento entre o casal. Alguns estudos mostram que menos de 30% das pacientes com sintomas do vaginismo se consultam por este problema. Por isso, sua incidência é muito difícil de estimar, mas pode ocorrer em cerca de 5% a 17% das queixas.

Causas
É importante diferenciar o vaginismo de outras dores que podem ocorrer antes, durante ou depois da relação sexual, as chamadas dispareunias. Existem inúmeras causas de dispareunias, como infecções, atrofia, mal formações, falta de lubrificação, problemas urinários, intestinais e ginecológicos. O vaginismo pode ser um dos diagnósticos já que, muitas vezes, ocorre sobreposição entre eles. O problema pode ser dividido conforme a época do aparecimento, em primário quando ocorre desde o inicio da vida sexual e secundário quando acontece depois de um período de relações normal.

As causas do vaginismo ainda não são bem conhecidas, provavelmente multifatoriais. O vaginismo primário está mais relacionado a um mecanismo psicossomático e, o secundário, a uma experiência negativa real ou imaginaria. Independentemente da causa, ela funciona como um ciclo: medo da dor, ansiedade, contracção e dor. Por ser multifatorial, é impossível focar apenas nas causas psicológicas ou só nas orgânicas.

Fatores de risco
A resposta sexual psico-fisiológica da mulher depende de inúmeras causas desde como foi o desenvolvimento da sua sexualidade, educação, tabus, religiões, moral, personalidade, histórias de abuso, falta de conhecimento sexual, cultural etc. A falta de atitude positiva em relação ao prazer sexual também é um factor importante.
 
Sintomas de Vaginismo
Os sintomas mais comuns de vaginismo são:
Contração involuntária da musculatura da pelve na relação sexual
Dor durante a relação sexual
Dificuldade de manipulação da região
Baixa autoestima
Ansiedade.

Diagnóstico e exames - Buscando ajuda médica
A dor, dificuldade na relação sexual, dúvidas e necessidade de ajuda são motivos que indicam a necessidade de uma consulta médica. Além disso, é um momento e uma grande oportunidade de melhorar a comunicação, aproximação do casal, autoconhecimento e autoestima.


Diagnóstico de Vaginismo
O diagnóstico do vaginismo é feito pelo histórico do paciente, exame clínico e por exames de imagem, se necessário, para afastar algum problema orgânico.

Tratamento de Vaginismo
O médico deve, sempre que possível, avaliar o casal, condições de tratamento etc. Existem médicos, psicólogos e terapeutas especializados nestes problemas que devem ser consultados para evitar frustração por tratamentos inadequados.
Deve-se tratar com medicamentos doenças associadas que podem causar dor como infecção, e hormônios para atrofia. Alguns trabalhos incluem gel anestésico e Botox para ajudar a relaxar a musculatura.
SAIBA MAIS

Após excluir e tratar as causas orgânicas é importante dar apoio emocional, orientar a paciente a conhecer seu próprio corpo, avaliar a necessidade de tratamento por psicoterapia, fisioterapia do assoalho pélvico (exercícios de Kegel), terapia cognitiva-comportamental, biofeedback, focando no componente da dor.
As cirurgias podem ajudar a corrigir os problemas anatômicos, mas no vaginismo já são excluídos estas doenças.

Convivendo/ Prognóstico
Para evitar complicações decorrentes do vaginismo o paciente deve sempre tentar se conhecer mais, ter mais autoestima e segurança e, se necessário, procurar ajuda e apoio médico e psicológico de manutenção.

Complicações possíveis
A principal complicação da falta de tratamento para o vaginismo é a perda da oportunidade do desenvolvimento psicológico da mulher e do casal. São aqueles momentos difíceis da vida que é necessário atravessar, deixar de lado o pseudo conforto e a segurança da dor já conhecida e enfrentar uma parte oculta e desconhecida.
SAIBA MAIS

Expectativas
As chances são grandes quando existe realmente vontade, possibilidade de tratamento e mudanças.
 
Prevenção
O "órgão" sexual mais importante é o cérebro. O do desenvolvimento da sexualidade e como ela é digerida e absorvida é diferente para cada pessoa. O ideal seria que a pessoa se conhecesse melhor tanto do ponto de vista psicológico, como do anatómico e do fisiológico. É importante avaliar a necessidade de alguma intervenção no desenvolvimento das atitudes negativas em relação a sexualidade. O indivíduo tem necessidades diferentes nas fases da sexualidade desde que é feto até a morte e isso deve ser feito de maneira mais natural e saudável possível.

Fontes e referências:
Fabio Laginha, ginecologista e mastologista, coordenador da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho e especialista Minha Vida (CRM 42141-SP)

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Consultório Sexual / Ejaculação precoce
« em: Setembro 13, 2018, 02:40:04 pm »
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O que é Ejaculação precoce?
A ejaculação precoce ocorre quando um homem tem um orgasmo mais cedo do que o esperado durante a relação sexual. Se isso acontecer uma ou outra vez, não há motivo para preocupação. Mas se esse for um problema recorrente, é importante procurar um médico.
Se for o seu caso, não se preocupe: ejaculação precoce é um problema relativamente comum. Estimativas mostram que um em cada três homens apresentam essa condição.

Causas
A causa exata da ejaculação precoce ainda é desconhecida, mas os médicos acreditam que fatores psicológicos e biológicos estejam envolvidos nos motivos que levam à ocorrência desse problema.

Ejaculação precoce prejudica a autoestima e a qualidade da relação
Alguns fatores psicológicos que parecem estar envolvidos na ejaculação precoce são:
Disfunção Eréctil e Ansiedade
Problemas de relacionamento
O uso de alguns medicamentos, como psicotrópicos, pode causar ejaculação precoce.
Já os fatores biológicos que podem ser relacionados ao problema são:
Níveis hormonais acima do normal
Níveis de neurotransmissores acima do normal
Atividade anormal do sistema ejaculatório
Distúrbio da Tiróide
Inflamação ou infecção na próstata e na uretra
Fatores genéticos
Danos no sistema nervoso causados por experiências traumáticas ou cirurgias.

Fatores de risco
Alguns fatores podem facilitar a ocorrência de ejaculação precoce, veja:

Disfunção erétil: problemas em ter ou manter uma ereção, bem como o medo de perder uma ereção, podem levar o homem a ejacular antes do tempo

Stress: instabilidade emocional ou mental limitam a habilidade de concentração e relaxamento, podendo levar à ocorrência desse problema. Problemas de saúde, como doenças cardíacas, podem aumentar a ansiedade durante a relação sexual e causar a ejaculação precoce.
 sintomas
Sintomas de Ejaculação precoce
O primeiro sintoma de ejaculação precoce é quando a ejaculação acontece antes do esperado. No entanto, esse problema pode acontecer em qualquer situação sexual, inclusive durante a masturbação.
Os médicos costumam classificar a ejaculação precoce em duas categorias: primária e secundária. A ejaculação precoce primária é caracterizada por problemas identificados durante toda a vida do paciente. Veja:
Dificuldade de segurar uma ereção com menos de um minuto de penetração
Inabilidade de retardar a erecção durante o ato sexual
Stress, frustração e o ato de evitar intimidade sexual com o parceiro.

Já na ejaculação precoce secundária, o homem manifesta exatamente os mesmos sintomas da ejaculação primária, com a diferença de que os sintomas nem sempre fizeram parte de sua vida sexual. Homens que apresentam esse tipo de ejaculação precoce mantinham relações sexuais satisfatórias no passado e manifestaram o problema por algum motivo.

Na consulta médica
Se a ejaculação acontecer antes do esperado uma ou outra vez, não há motivo para preocupação. Mas se este for um problema recorrente, talvez seja a hora de procurar por ajuda médica. Não tenha vergonha de admitir o problema. O quanto antes der início ao tratamento, mais rápido você se livrará dele.
Talvez o seu caso nem seja de ejaculação precoce, já pensou nisso? Médicos afirmam que a média do tempo de ejaculação normal é de aproximadamente cinco minutos. A ejaculação precoce acontece geralmente no primeiro minuto de relação sexual e, também, antes mesmo dela ter início.

Técnicas para controlar a ejaculação funcionam quando bem orientadas
Durante a consulta, aproveite para sanar todas as suas dúvidas. Descreva todos os seus sintomas e converse com seu médico sobre possíveis opções de tratamento. É normal sentir-se constrangido em falar sobre problemas sexuais com outras pessoas, mas lembre-se que o médico já conversou com muitas outras pessoas com o mesmo problema que o seu. Não se esqueça também que ejaculação precoce é um problema comum e principalmente tratável.
Durante a consulta, o especialista também deverá lhe fazer algumas perguntas, que poderão ajudá-lo a fazer o diagnóstico.

Veja alguns exemplos:
Há quanto tempo você apresenta ejaculação precoce?
Esse é um problema recorrente desde o início de sua vida sexual ou apareceu de repente?
Você apresenta ejaculação precoce quando se masturba?
Você tem problemas com disfunção erétil?
Que tipos de medicamentos você toma?


O médico também poderá fazer algumas perguntas sobre seus relacionamentos, a frequência com que você mantém relações sexuais, o quanto a ejaculação precoce incomoda a você ou à outra pessoa e também sobre suas relações sexuais anteriores.

Diagnóstico de Ejaculação precoce
A conversa com o médico basta para ele realizar o diagnóstico, juntamente com um exame físico completo e uma conversa um pouco mais aprofundada sobre histórico de saúde.
Se o paciente apresentar ejaculação precoce e, ao mesmo tempo, problemas em manter uma ereção, o médico poderá solicitar alguns exames de sangue para checar os níveis de testosterona na corrente sanguínea.

Tratamentos
Entre os tratamentos disponíveis, existem a terapia sexual, o uso de alguns medicamentos e psicoterapia. Para alguns casos, a combinação desses tratamentos pode funcionar melhor.
Terapia sexual
Neste caso, algumas medidas simples bastam, como masturbar-se uma ou duas horas antes da relação sexual para retardar a ereção durante o ato. Evitar a penetração por um tempo e a descoberta de novas fontes de prazer sexual também pode ser uma saída para tirar a pressão da penetração.

Técnica do aperto
A técnica do aperto consiste em estimular sexualmente o homem até que ele reconheça que está quase ejaculando. Nesse momento, aperta-se suavemente a parte final do pênis (onde a glande se encontra com o eixo) por vários segundos. Pare a estimulação sexual por cerca de 30 segundos e comece novamente. A pessoa ou o casal pode repetir esse padrão até que o homem queira ejacular. Na última vez, continue a estimulação até que o homem atinja finalmente o orgasmo.

Método “parar e começar”
O método “parar e começar” é praticamente idêntico à técnica do aperto. Esse método consiste em estimular sexualmente o homem até que ele sinta que está quase atingindo o orgasmo. Pare a estimulação por cerca de 30 segundos e comece novamente. Repita esse padrão até que o homem queira ejacular. Na última vez, continue a estimulação até que o homem atinja o orgasmo.

Medicamentos
Antidepressivos podem ser úteis porque um de seus efeitos colaterais é prolongar o tempo necessário para chegar à ejaculação. No entanto, esses medicamentos devem ser receitados por especialistas, como urologistas ou psiquiatras.
Você também pode aplicar uma pomada anestésica local no pênis para reduzir o estímulo. A diminuição da sensibilidade no pênis pode retardar a ejaculação. Usar preservativos também pode ter esse efeito em alguns homens.
Se as técnicas de distração causarem dificuldades para manter a ereção, os medicamentos usados para a disfunção erétil podem ajudar.

Procure ajuda médica
Conversar com um profissional sobre o problema também pode ajudar. Algumas sessões de terapia podem ajudar o paciente a reduzir a ansiedade e a encontrar métodos eficientes de evitar o estresse e contornar problemas. Se esses fatores forem solucionados, a atividade sexual do indivíduo pode melhor significativamente.

Medicamentos para Ejaculação precoce
Os medicamentos mais usados para o tratamento de ejaculação precoce são: Anafranil e Clomipramina
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
 
Complicações possíveis
Apesar de a ejaculação precoce não causar problemas mais sérios à saúde, podem levar a complicações na vida pessoal do paciente, como dificuldades em relacionamentos, geralmente relacionadas ao stress causado pelo problema. Além disso, ejaculação precoce pode causar problemas também de fertilidade.

Expectativas
Tente essas técnicas durante as relações sexuais. Seguir à risca as orientações médicas e praticar os métodos aprendidos são a melhor saída para problemas de ejaculação precoce.
A ejaculação precoce crónica, pode ser um sinal de ansiedade ou depressão. Um psiquiatra ou psicólogo pode ajudar a tratar esses problemas.

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Consultório Sexual / Vida Sexual depois do Parto
« em: Setembro 13, 2018, 02:39:25 pm »
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Em quantos dias o corpo feminino está preparado para voltar à activa depois do parto?
A primeira relação após o resguardo dói mais? A vagina de quem tem parto normal fica mais larga? Quem amamenta não precisa de anticoncepcional? Por que algumas mulheres voltam a sentir desejo pelo parceiro rapidamente enquanto outras parecem perder totalmente a libido? As dúvidas sobre o assunto são muitas. Para ajudar a esclarecê-las, CRESCER conversou com o ginecologista e obstetra Olímpio de Moraes, vice-presidente da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia).

Quantos dias depois do parto é preciso esperar antes de retomar a actividade sexual?
Por consenso, tanto para mulheres que fizeram parto normal quanto cesariana, é recomendado que se espere entre 21 e 30 dias, apesar de os motivos serem diferentes. Enquanto no primeiro caso, a mãe precisa se recuperar de uma laceração ou de um corte, aquela que passou por um procedimento cirúrgico está em processo de cicatrização dos pontos na região abdominal. Assim, ambas podem sentir dor e desconforto. Além disso, esse período é fundamental para a mulher se adaptar à nova rotina de mãe. Por isso, a disposição pode diminuir. Sem contar que a produção da hormona prolactina, que favorece a produção do leite, ajuda a reduzir a libido e a lubrificação vaginal.

O casal pode usar lubrificantes artificiais?
Sim. Existem pomadas que estimulam a lubrificação. O ginecologista/obstetra pode indicar o produto adequado.
Quem precisou de fórceps no parto precisa esperar mais tempo para o sexo?
Nem sempre. O fórceps é uma intervenção médica que abrevia o período expulsivo, quando o feto corre risco. É um recurso para ser usado apenas quando necessário. Nesses casos, a chance de lesão é maior e pode ser que a mulher demore um pouco mais para se recuperar, mas é preciso analisar caso a caso.

Quais posições são menos doridas para a mulher, na primeira vez após o parto?
Não existe uma regra. A posição deve ser aquela em que a mulher se sente mais confortável.
Se a mulher se sentir à vontade, ela pode fazer sexo antes do término do período de resguardo?
Se ela se sentir bem e se estiver fazendo um acompanhamento médico no pós-parto - os obstetras costumam pedir que a mulher vá a uma consulta para verificar como está a recuperação alguns dias depois do nascimento do bebê -, tudo bem. Desde que não seja antes dos primeiros dez dias, quando o colo do útero está mais fechado. No entanto, é difícil a mãe se sentir disposta para isso tão cedo.

O emocional da mãe no pós-parto também dificulta a retomada da vida a dois?
Sim. Além de toda a parte física, o psicológico e todas as mudanças que acontecem com o nascimento de um bebê podem deixar a mulher mais stressada e isso faz com que ela demore para voltar a pensar em sexo. Cerca de 15% das novas mães passam pelo chamado baby blues, que é uma tristeza passageira. Em casos mais raros, algumas sofrem de depressão pós-parto. Então, é necessário buscar ajuda profissional.

O medo da primeira vez após o parto aumenta a dor?
Sim. O medo interfere nas emoções e influencia, sim, na retomada da vida sexual, deixando a mulher menos confortável e mais tensa. Isso tudo se soma à situação que já é naturalmente mais complicada, por conta das hormonas e da nova rotina.

Durante a chamada quarentena, tem problema fazer sexo anal ou oral?
O sexo oral não tem nenhum tipo de contraindicação, desde que a mulher se sinta confortável e tenha desejo. Com o sexo anal é preciso tomar mais cuidado. Não é recomendado fazer antes do vaginal, porque o ânus possui mais bactérias, que podem aumentar os riscos de infecção na vagina.
Depois do parto, as mulheres costumam sangrar. Isso também influencia na retomada da vida sexual?
Varia, mas normalmente esse sangramento costuma durar cerca de três semanas. O tempo coincide com o período recomendado para o resguardo. Enquanto existe esse sangramento, que acontece enquanto o local onde estava a placenta se regenera e cicatriza, as mulheres não costumam se sentir confortáveis.

A vagina das mulheres que têm parto normal fica mesmo mais larga?
Não. Isso é um mito. A vagina foi feita para parir. No momento do parto, o corpo recebe hormônios específicos que ajudam na elasticidade, para que a cabeça do bebê consiga passar. Mas isso só acontece no período expulsivo do parto. Depois, ela retorna ao normal. Em casos específicos, pode haver algum tipo de lesão ou infecção, mas isso é mais raro. Se acontecer, o obstetra poderá indicar o tratamento adequado.

Quem amamenta não precisa usar outros métodos contraceptivos?
As mulheres que amamentam exclusivamente durante os primeiros seis meses têm menos chances de engravidar, porque a hormona da lactação diminui a libido e a actividade ovariana. É como se ele enviasse para o organismo a mensagem de que essa mulher não precisa engravidar novamente durante esse período. Aos poucos, esse efeito vai diminuindo e o corpo feminino vai voltando ao funcionamento normal. Mesmo assim, se você não pensa mesmo ter outro bebê tão cedo, é sempre mais garantido optar por um método anticoncepcional.

O estrogénio, hormona presente na maior parte das pílulas comuns, afecta a produção de leite. No entanto, existem anticoncepcionais específicos para quem amamenta. São pílulas de baixa dosagem (conhecidas também como minipílulas), que devem ser tomadas sem intervalo, ou seja, emendando uma cartela na outra. Além disso, é possível optar pelo DIU ou ainda pela camisinha. Converse com seu médico para saber qual é a melhor opção para você.

Como saber quando as dificuldades para voltar a ser sexualmente ativa se torna um problema, com necessidade de tratamento médico?
Quando a mulher teve um parto traumático, quando ela teve uma disfunção sexual prévia ou quando percebe uma dificuldade maior de lidar com o assunto, ela deve conversar sobre o assunto com o médico. O profissional poderá orientar e ajudará a identificar problemas mais graves.

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Consultório Sexual / Orgasmo Feminino: mitos e verdades
« em: Setembro 13, 2018, 02:38:53 pm »
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Por mais que as mulheres leiam e se informem sobre o orgasmo, há sempre alguma dúvida sobre o tema. Algumas sentem dificuldades em chegar ao clímax e muitas afirmam que não sabem o que é chegar lá. São várias as reclamações, como falta de excitação, falta de desejo sexual, dor e dificuldade em chegar ao clímax.
Muitas vezes a falta de conhecimento do próprio corpo faz com que a mulher não explore suas zonas erógenas. O autoconhecimento vai ajudar e fazer com que o parceiro entenda em que partes do corpo, a mulher é mais sensível.
A mulher é responsável pelo seu próprio prazer!

Confira a seguir o que é mito e verdade a respeito do orgasmo feminino!
1 – O homem através de estímulos é responsável pelo orgasmo feminino – Falso. Cada um é responsável pelo próprio prazer e para isso as mulheres devem conhecer muito seu próprio corpo e saber as regiões responsáveis pela excitação sexual e aos pouco passar a seu parceiro, que vai fazer questão de saber. O sexo é uma troca de energia em que cada um quer dar e receber prazer do outro.
2 - O orgasmo é sempre muito intenso – Falso. A maioria acha que chegar ao orgasmo é sempre uma explosão de prazer. Acontece, que nem sempre é dessa forma, muitas vezes ocorre de forma mais tranquila. Pode variar de intensidade e nem por isso deixa de ser prazeroso.
3 – Existe “ Receita de bolo” para chegar ao orgasmo – Falso. Alcançar o orgasmo é algo individual. Depende de muitos fatores, mas não existe “receita de bolo”. Para cada um é de uma forma e chegar ao clímax depende das sensações, emoções, grau de desejo, atração , entrega e cumplicidade. Quanto mais você se sentir à vontade com seu parceiro, mas fácil chegará ao orgasmo.
4 – O tempo para chegar ao clímax e igual para homens e mulheres – Falso. Os tempos são diferentes, devido às diferenças anatômicas. Porém, as preliminares e a afinidade do casal podem fazer com que os dois cheguem ao orgasmo ao mesmo tempo.
5 – A ejaculação é o orgasmo masculino – Falso. O orgasmo é uma resposta sensorial, dos sentidos, enquanto que a ejaculação é a eliminação do esperma. Acontecem simultaneamente, mas são respostas diferentes.
6 - Todo ser humano pode chegar ao orgasmo – Verdadeiro. A não ser que a pessoa possua alguma doença que a impeça, ela está apta a ter relações sexuais e chegar ao orgasmo. Não chegar ao clímax pode estar ligado a problemas emocionais e a dica para isso é a busca por um bom terapeuta que vai investigar as prováveis causas, físicas ou psicológicas.
7 – Algumas mulheres ejaculam. – Nada ainda foi provado cientificamente sobre o assunto. O que explica é que em alguns casos a mulher se lubrifica mais do que o normal dando a impressão de ser uma ejaculação.
8 – Existem orgasmos múltiplos – Verdadeiro. Dependendo do nível de excitação sexual pode haver orgasmos múltiplos!
9 – Muitas mulheres precisam da estimulação do clitóris – verdade. O orgasmo não depende da penetração, uma simples estimulação do clitóris pode levar ao clímax, assim como na masturbação.
Conheça o seu corpo e torne o sexo mais prazeroso!

Fonte: Sem permissão para ver links. Regista te ou Entra


o que acham meninas ?

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Consultório Sexual / Sexo durante a gravidez
« em: Setembro 13, 2018, 02:38:19 pm »
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A actividade sexual durante a gravidez é fundamental para a saúde da mulher e do casal, podendo sempre ser realizada desde que a grávida não tenha risco de aborto ou descolamento da placenta. As vezes, quando a barriga cresce esta pode ser uma tarefa complicada, porém existe posições sexuais que tornam o contacto íntimo mais fácil para o casal.
Por isso, é muito importante manter em todos os trimestres o contacto íntimo frequente, pois ele contribui para o bem-estar da mãe e do bebé.

Melhores Posições Sexuais para a Grávida
No início da gravidez quando a barriga ainda é pequena, podem ser adoptadas todas as posições sexuais desde que a mulher se sinta confortável, porém quando a barriga cresce existem posições que podem ser mais confortáveis. Algumas delas são:

De lado: ficar de lado na posição de conchinha pode ser uma das posições mais confortáveis para a mulher, pois além de a barriga não atrapalhar, ela também fica bem apoiada no colchão. Nessa posição, colocar um travesseiro em baixo do quadril também pode ser bastante confortável, pois pode ajudar a encontrar a posição certa.

Por cima: adoptar posições em que fica por cima do seu parceiro, como a posição onde fica montada ou sentada, são óptimas opções, que permitem um maior controle na profundidade e intensidade da penetração, ao mesmo tempo que fazem com que a barriga não fique no caminho, atrapalhando.

Por trás: adoptar a posição de “cachorrinho” ou outras posições em que o homem faz a penetração por trás também são óptimas posições para os períodos onde a barriga está grande, pois permitem uma grande liberdade de movimentos. Outra opção, consiste deitar com o bumbum bem perto da beirada da cama, enquanto o seu parceiro está de pé ou de joelho no chão.

Nem sempre é fácil achar uma posição em que ambos fiquem confortáveis, especialmente devido ao medo que existe em machucar a barriga e o bebé. Com paciência e esforço, o casal pode sim encontrar o melhor equilíbrio, sem nunca deixar de manter o contacto íntimo durante a gravidez.

Principais mudanças no desejo durante a gravidez
A actividade sexual pode ser vista de diferentes formas ao longo da gestação, pois tanto o corpo como o desejo mudam ao longo desse período.

1º Trimestre
No primeiro trimestre da gravidez, é normal existirem medos e inseguranças de que a sua prática pode prejudicar a gravidez ou mesmo causar aborto, e tanto a mulher como o homem passam por um período onde existe receio e medo, havendo uma diminuição do desejo do casal. Além disso, este também é um trimestre de mudanças no corpo e muitas náuseas e vómitos, o que também podem contribuir para a diminuição do desejo.

2º Trimestre
Geralmente, o desejo sexual volta ao normal no segundo trimestre de gravidez, pois já existe uma aceitação para com as mudanças observadas no corpo. Além disso, durante este período os hormônios podem levar a um amento do apetite sexual e como a barriga ainda não é muito grande, existe liberdade para continuar a adotar diferentes posições.

3º Trimestre
No terceiro e último trimestre de gravidez, o desejo mantém-se mas o casal pode encontrar algumas dificuldades. Durante esse período, existem posições que são desconfortáveis devido ao tamanho da barriga, pois ela acaba mudando o centro de gravidade da mulher, o que a pode deixar com menos equilíbrio e mais desajeitada. Nesse período é muito importante experimentar diferentes posições, para encontrar a que é mais confortável para o casal. Além disso, durante esse período, devido ao tamanho da barriga, o homem podem ter alguns receios e medos de machucar o bebé o que pode acabar diminuindo o desejo do casal.

O sexo não prejudica o bebé, pois não o incomoda ou machuca, nem causa aborto, além disso, o sexo durante a gravidez é inclusive benéfico tanto para a mãe como para o bebé, que sente a alegria e satisfação sentidas pela mãe nesses momentos. Mas é apenas contra-indicado pelo médico em situações de risco, como o risco de aborto ou descolamento da placenta, por exemplo.

Quem gosta  ou já experimentou ?

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Se está a passar por um período de abstinência, saiba como o corpo reage.

Não é que a saúde sofra com o facto de parar de ter relações sexuais, mas pelo menos não usufruirá dos benefícios que o sexo pode trazer para a saúde.

O site Bustle listou algumas coisas que podem acontecer com corpo quando passa por um período de abstinência sexual.

Antes de mais destacar que no caso das mulheres o canal vaginal não fica mais apertado – algo que não passa de um mito urbano. No entanto, os tecidos podem ficar ‘destreinados’ no que toca ao relaxamento em resposta à estimulação e penetração, mas voltarão ao normal rapidamente.

Os homens podem ter maior probabilidade de sofrer de disfunção erétil, estudos sugerem.

O sistema imunitário pode ficar mais vulnerável, na medida em que ter relações sexuais com frequência contribui positivamente para a função imunitária do corpo.

A líbido também pode sofrer com a abstinência. Apesar de não ser algo claro entre os especialistas, passar algum tempo sem ter relações sexuais pode diminuir a líbido – desejo sexual. 

Pode sentir-se mais stressado. Isto na medida em que o sexo o pode deixar mais relaxado e calmo, portanto na ausência de relações sexuais pode sentir-se mais stressado.

A lubrificação também pode ser mais difícil de alcançar. Ou pelo menos pode demorar mais e exigir um pouco mais de trabalho. A paragem pode deixar os órgãos sexuais mais lentos no que toca ao processo de excitação e lubrificação.

O ponto positivo: A probabilidade de ter DST’s e infecções urinárias diminui muito quando não faz sexo

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Consultório Sexual / Problemas Sexuais Femininos
« em: Setembro 13, 2018, 02:36:48 pm »
A sexualidade feminina pode apresentar alguns problemas no decorrer da vida, devido a factores diversos. A boa notícia é que muitos deles podem ser tratados. São de origens e causas variadas, que vão desde a perda da libido até a incapacidade de obter orgasmo ou mesmo a dor durante o ato sexual.

Confira os problemas sexuais femininos mais comuns!

1 – Dispareunia – se caracteriza pela dor durante a relação sexual, que pode ocorrer devido a factores psicológicos ou orgânicos e em alguns casos por ambos factores, que devem ser investigados. Doenças como a endometriose, infecção urinária, dentre outras, podem desencadear a dispa reunia e se tratadas resolvem o problema.

2 – Anorgasmia – é o bloqueio do orgasmo e por muitos considerada umas das disfunções sexuais mais comuns entre as mulheres. As causas psicológicas são as que estão mais associadas ao problema, devido a factores sócio  culturais, tabus, desinformação, entre outros motivos.

3 – Falta de desejo sexual – também considerada uma disfunção sexual bem comum entre as mulheres é também chamada de perda da libido. Pode ter variadas causas, tais como: alterações hormonais pelo uso de anticoncepcionais, parto, amamentação, e menopausa.

4 – Vaginismo – ocorre no momento do ato sexual e é considerado um ato involuntário que faz com que os músculos próximos à vagina se contraiam e impeçam a penetração do pénis durante a relação sexual. O tratamento requer um avaliação prévia ginecológica que dará o diagnóstico clínico preciso aliada a uma avaliação psicológica, que pode contribuir positivamente com o tratamento.

Para muitos estudiosos um problema que pode contribuir para determinadas disfunções sexuais é a falta de auto conhecimento da própria mulher em relação ao seu corpo e o que lhe dá mais ou menos prazer.

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Consultório Sexual / Mais ejaculações menor risco de cancro
« em: Setembro 13, 2018, 02:36:12 pm »
Todas as variáveis foram controladas e, ainda assim, o risco relativo para câncer de próstata foi um quinto menor em homens que ejaculavam ao menos 21 vezes por mês em relação àqueles que o faziam entre quatro a sete vezes

Homens que ejaculam pelo menos 21 vezes por mês têm um risco 20% menor de desenvolver câncer de próstata. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, essa é a conclusão de um estudo publicado no site da revista científica “European Urology”.

O trabalho acompanhou quase 32 mil homens, com idade média de 59 anos, entre 1992 e 2010. No período, 3.839 homens foram diagnosticados com câncer de próstata, sendo que 384 dos casos foram fatais. Em um questionário preenchido em 1992, os participantes relataram a sua frequência média de ejaculação entre seus 20 e 29 anos, 40 e 49 anos, e no ano anterior à pesquisa.


Todas as variáveis foram controladas e, ainda assim, o risco relativo para câncer de próstata foi um quinto menor em homens que ejaculavam ao menos 21 vezes por mês em relação àqueles que o faziam entre quatro a sete vezes por mês. “Esse grande estudo prospectivo fornece uma evidência forte do papel benéfico da ejaculação na prevenção do câncer de próstata”, escrevem os autores do artigo, liderados por Jennifer Rider, epidemiologista de câncer na Escola de Saúde Pública da Universidade de Boston.


Contudo, o epidemiologista observa que embora a maior redução do risco de câncer tenha sido associada a uma maior frequência de ejaculação, homens que reportaram um número menor de ejaculações – entre 13 e 20 por mês na faixa etária dos 40 aos 49 anos – também verificaram uma diminuição de 20% das chances de desenvolver o tumor de próstata. “Não devemos enfatizar o número exacto de ejaculações, mas o fato que uma actividade sexual segura é benéfica para a saúde da próstata”, conclui.


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Consultório Sexual / Origem do Orgasmo Feminino
« em: Setembro 13, 2018, 02:35:33 pm »
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Estudo pode ter desvendado a origem do orgasmo feminino
É um dos grandes mistérios sobre o corpo da mulher, mas um estudo pode ter descoberto mais sobre ele.

Será que o orgasmo tem uma função biológica, além de dar prazer?

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Yale e publicado no Journal of Molecular and Developmental Evolution, tentou descobrir a “origem evolutiva” do orgasmo feminino.

Wagner e Mihaela Pavliev, cientistas do Hospital Infantil de Cincinnati, argumentam que quando surgiu, o orgasmo feminino tinha um papel na indução da ovulação. Algo que muito estudos anteriores também sustentam, sugerindo que as mulheres têm mais fantasias sexuais nos dias antes deste ciclo hormonal.

Mas, segundo os investigadores, hoje em dia não parece existir uma associação entre o orgasmo e a reprodução humano. Portanto decidiram concentrar-se numa característica fisiológica que acompanha o orgasmo feminino: a descarga neuroendócrina de prolactina e oxitocina.

Depois de analisar a atividade dessas duas hormonas durante o orgasmo em outros mamíferos, a equipa de cientistas percebeu que, na verdade, desempenham um papel na ovulação nas fêmeas.

Apesar da diversidade biológica entre os mamíferos, existem de facto algumas características comuns que podem ser observadas durante a evolução das espécies, argumentam os cientistas responsáveis pelo estudo, cmo reporta o jornal El Mundo.

O ciclo das mulheres, por exemplo, é independente da natividade sexual. Mas noutras espécies este é induzida pelos machos. Este estudo sugere que a ovulação espontânea é uma evolução da ovulação induzida pelos machos.

Desta forma, os autores do estudo sugerem que o orgasmo feminino também pode ter evoluído desta forma, passando de ter papel direto na indução da ovulação, a ter um papel na supérfluo na reprodução. Acabaria, portanto, encarregado de dar prazer às mulheres.

Este estudo descobriu ainda que o clitóris não esteve desde sempre onde está agora. Os investigadores descobriram que ao mesmo tempo que o corpo das fêmeas passava de uma ovulação induzida pelo macho a uma evolução espontânea, o clitóris também mudou de lugar na anatomia feminina, passando de uma posição dentro do canal vaginal para a sua localização actual.

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