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Mensagens - Fabiana

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Sexy Book / Sex Discussão (Geral) / Acrotomofilia: Sexo com Amputados
« em: Setembro 13, 2018, 02:14:39 pm »
A Acrotomofilia é a preferência sexual por pessoas que tenham alguma parte dos seus corpos amputada, sendo a excitação proporcionada justamente pela falta daquela parte.

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Quando a excitação acontece com a amputação de um membro do próprio corpo, chama-se apotemnofilia ou amelotatista.

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Sexy Book / Sex Discussão (Geral) / Necrofilia: Sexo com os Mortos
« em: Setembro 13, 2018, 02:14:05 pm »
Necrofilia (do grego νεκρός [nekrós], "morto", "cadáver", e φιλία [filía], "amor"), também conhecida como thanatofilia, é uma parafilia caracterizada pela excitação sexual decorrente da visão ou do contacto com um cadáver . O fenómeno da necrofilia é conhecido desde os mais remotos tempos da história humana, podendo ainda hoje ser observado como costume comum (às vezes até sacralizado) em certas tribos africanas e asiáticas, bem como em manifestações esporádicas no Ocidente.

De entre as várias categorias de praticantes necrófilos, existem, por exemplo, as seguintes:

NECRÓFILOS HOMICIDAS
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Pessoas que cometem homicídio para ter sexo com a pessoa morta.




NECRÓFILOS OPORTUNISTAS
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Pessoas que, normalmente não têm instintos necrófilos, mas tiram partido de uma oportunidade, como, por exemplo, médicos legistas.




NECRÓFILOS ROMÂNTICOS
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Pessoas enlutadas que permanecem sexualmente vinculadas ao cadáver do seu ente querido.

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Sexy Book / Sex Discussão (Geral) / A aparência importa ?
« em: Setembro 13, 2018, 02:12:48 pm »
Para mim importa. E não me refiro apenas a relações sexuais mas a relacionamentos amorosos no seu todo, com tudo o que implica.

Sempre fui um pouco julgada por ter esta opinião mas apenas sou verdadeira, não consigo ser hipócrita.
Atenção, não falo de só querer 'deuses gregos' ou homens quase perfeitos. Apenas seria incapaz de ter um companheiro que não tivesse um físico 'normal'. A pessoa pode ter o melhor coração do mundo e a personalidade mais interessante do universo, eu não consigo desenvolver intimidade e carinho especial se algo nela me incomodar. A pessoa tem de me transmitir paz e conforto, quando olho para ela.
Como sou muito visual, qualquer detalhe assimétrico ou exagero de proporções incomoda-me. Sou assim comigo, também sou com a cara-metade.
Já tentei ter algo com alguém que não me agradava fisicamente, só emocionalmente e não podia ter resultado pior.
Hoje encaro a realidade.

O que vocês pensam deste assunto?

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Sexy Book / Sex Discussão (Geral) / Zoofilia: Sexo com Animais
« em: Setembro 13, 2018, 02:11:34 pm »
Do grego ζωον (zôon, "animal") e φιλία (filia, "amizade" ou "amor"), a zoofilia é uma parafilia que se traduz na atracção ou envolvimento sexual de seres  humanos com animais de outras espécies. Tais indivíduos são chamados "zoófilos". Os termos" zoossexual" e "zoossexualidade" descrevem toda a gama de orientação sexual humana/animal. Um outro termo," bestialidade", é aplicado ao acto sexual entre um ser humano e um ser vivo de outra espécie animal.

Com a excepção de alguns países, os actos sexuais com animais são proibidos por lei, no âmbito da legislação referente ao abuso animal e à crueldade contra os animais ou contra a natureza. Há pessoas que a zoofilia compatível com os valores éticos, desde que não haja dano ou crueldade contra o animal, mas esta visão não é largamente compartilhada, pois a maioria defende que os animais, assim como as crianças, não são capazes de consentir emocionalmente tal acto.

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Para os, homens, é fácil chegar ao orgasmo. Já brincava um comediante inglês: “Basta colocar seu pênis dentro de algum lugar úmido, esfregar e repetir.”

Para as mulheres, por outro lado, o processo é um pouco mais complexo. A boa notícia é que há maneiras de facilitá-lo. Como? Com posições que estimulam o clitóris e o ponto G.

A terapeuta sexual Vanessa Marin, autora de um curso dedicado a ensinar mulheres a gozar, escreveu para o site feminino Bustle um artigo com 5 posições que ajudam uma garota a atingir o clímax.

Veja as sugestões dela, que traduzimos, e coloque em prática ainda hoje:

PAPAI E MAMÃE 2.0

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Como fazer: Comece com o papai e mamãe normal. Então avance com o seu corpo, deixando a pélvis um pouco mais para cima do que o costume. Ao invés de ficar simplesmente entrando e saindo, se foque na fricção e esfregue bastante. As pernas dela podem ficar estendidas ou dobradas.

Por que funciona: Mudar o ângulo assim beneficia o contato do seu osso púbico com o clitóris dela, oferecendo uma estimulação direta que vai ajudá-la a gozar. É ao mesmo tempo íntimo, simples e eficiente.

Variações: Ela pode também colocar um travesseiro embaixo do quadril para favorecer o ângulo ainda mais. Outra opção é a garota abrir as lábias, com as mãos, para o estímulo direto clitóris e usar lubrificante nele para ficar bem escorregadio.

ELA EM CIMA


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Como fazer: Essa aqui é um clássico e você com certeza já praticou muito. Mas tem um segredo que pode fazer toda a diferença. Em vez da garota apenas subir e descer, ela deve ir para frente e para trás, com o corpo bem colado ao seu. Essa fricção estimula bastante o clitóris. Movimentos circulares também funcionam bem.

Por que funciona: A vantagem dela estar por cima é que, assim, consegue controlar o transa para maximizar o prazer — variando ângulo, ritmo e profundidade da penetração.

Variações: Ela pode virar de lado, fazendo a famosa cavalgada invertida. Isso oferece uma nova variedade de ângulos para explorar. Você, por sua vez, pode elevar um pouco o tronco colocando um travesseiro embaixo das costas ou até sentar completamente. Assim facilita para brincar com o clitóris dela com as mãos.

MASTRO


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Como fazer: Apesar de ser uma posição mais complicada, vale o esforço. Você fica deitado, com uma das pernas dobradas, fazendo uma espécie de mastro. Ela se ajoelha em você, colocando cada uma das pernas em volta da sua, ficando assim levemente virada para o lado. Então a garota vai se esfregando para frente e para trás.

Por que funciona: Oferece uma fricção clitoriana fantástica, com a capacidade dela controlar o ritmo e decidir o tanto de pressão que vai no clitóris. Além disso, por ser tão ousada, também é estimulante psicologicamente.

Variações: Essa posição é difícil o suficiente, mas ela pode variar deixando as pernas mais fechadas ou abertas. E, também, se inclinando para frente ou trás.

CACHORRINHO


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Como fazer: Dispensa explicações. Ela fica de quatro e você vem atrás.

Por que funciona: A penetração é bem profunda. Se a garota consegue gozar sem estimulação do clitóris, vai se beneficiar da intensidade dessa posição, que atinge diretamente o Ponto G. E se ela precisa de estimulação no clitóris? Você está num ótimo ângulo para brincar com suas mãos.

Variações: Ela pode se apoiar nos cotovelos, gerando um novo ângulo para o estímulo, ou até mesmo se deitar completamente, com a barriga na cama.

PONTE


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Como fazer: Comece fazendo papai e mamãe. Aí fique de joelhos e inclinando as costas dela, formando uma espécie de ponte. Segure firme na cintura da garota para dar sustentação.

Por que funciona: O ângulo é perfeito para a estimulação do Ponto G, devido à profundidade da penetração. Além disso o clitóris fica logo ali, na sua frente, para ser explorado manualmente.

Variações: Ela pode variar o ângulo das costas para cima ou baixo, até achar a posição que dá mais prazer. Se ela quiser, uma opção também é abraçar você com as pernas ou colocá-las em seu ombro.

DICAS EXTRAS


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1) Segundo estudos, 3 em cada 4 mulheres só conseguem gozar com estímulo no clitóris. Então lembre-se de brincar bastante lá. Eis aqui 7 dicas para estimular o clitóris dela como um profissional.

2) A preliminar ajuda muito a deixar a mulher no clima, algo essencial para o orgasmo. Estes aqui são os 16 passos da preliminar prefeita.

3) O sexo oral é o caminho mais certeiro para levá-la ao clímax. Melhore seu desempenho com estas 9 lições de como fazer um sexo oral mais gostoso nela.

4) Você quer ser a melhor transa da vida dela? Eis 20 truques científicos para garantir isso. Desde que o ex dela não tenha lido essa matéria também, claro.

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O 21 Gramas --vibrador com urna para cinzas-- é criação de um designer holandês


O designer holandês Mark Sturkenboom criou um vibrador de vidro, que permite armazenar as cinzas de alguém que já morreu. O dispositivo 21 Gramas, uma referência à quantidade de cinzas que o produto comporta, tem como objetivo fazer a viúva "relembrar momentos íntimos", segundo sua descrição no site da marca.



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Brinquedo vem em um estojo com uma chave banhada a ouro, que pode ser usada como um colar
 

Além disso, o aparelho traz à tona outras memórias nostálgicas, pois o estojo --de madeira polida à mão-- traz um borrifador para guardar o perfume do falecido e um compartimento para iPhone. A chave, banhada a ouro, assegura que apenas a dona terá acesso ao vibrador. "É uma maneira de as pessoas reviverem uma noite intimista com alguém que já se foi", diz o site.

Sturkenboom exibiu sua criação na Semana de Design de Milão, na Itália, em 2015.

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Brinquedo vem em um estojo com uma chave banhada a ouro, que pode ser usada como um colar ;D

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Um morador do Condato de Gadsden, na Flórida, é acusado de invadir a fazenda de seu vizinho e fazer sexo com um cavalo — pela segunda vez. Patrick Linn, de 44 anos, foi preso após o vizinho o reportar para a polícia.

Segundo o site da emissora WCTV, Allen McDearmid, dono da fazenda que foi invadida, disse que não acreditava que Linn havia cometido o crime pela segunda vez.

— Eu diria que é difícil de acreditar, mas eu tinha um pressentimento de que ele iria voltar. Acho que é algum tipo de compulsão que ele tem.

McDearmid afirmou que sua mulher havia encontrado um frasco de lubrificante na porta do celeiro da fazenda.

— Ela verificou o cavalo e eu chequei o vídeo da câmera da segurança, onde eu pude ver Linn entrando no celeiro.

Após a polícia assistir ao vídeo, os oficiais esperaram por Linn na frente da casa do suspeito, que foi preso e indiciado por invasão de propriedade, roubo, resistência à prisão e zoofilia.

McDearmid diz que está “cansado de se preocupar com o que pode encontrar ao sair em seu jardim ou o que sua mulher e filha podem ver”.

Em 2010, Linn já havia sido preso pelo mesmo crime, quando fez sexo com outro cavalo. Após cumprir dois anos de prisão, Linn foi liberado no último mês de maio.

De acordo com McDearmid, Linn sabia da presença das câmeras de segurança, que não o intimidaram.

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A relação D/s & S/d- F/M & M/F / Caracterização de uma relação D/s
« em: Setembro 13, 2018, 02:05:52 pm »
Uma relação de D/s – é uma relação em que o Dominador controla a dor física e psicológica que inflige ao seu submisso, tendo sempre em conta todas necessidade físicas e emocionais do mesmo;

O Dominador – irá receber do seu submisso confiança total, pois este irá depositar nas “suas mãos” a sua vida, o seu coração e a sua alma, basicamente este poderá fazer o que bem entender com o seu submisso, seguindo sempre os limites delineados como é óbvio!
O submisso – é alguém tem uma personalidade que gosta de ser dominada, que não tem medo de dor e que ao contrário de muitas pessoas, adora que lhe inflijam dor pois só assim conseguirá obter prazer e por vezes, satisfaçam sexual!

Numa relação D/s há que perceber que ninguém é rebaixado ou maltratado (literalmente), o Dominador deverá de cuidar, melhorar o seu submisso, fazer dele/a uma pessoa melhor e uma personalidade bem mais activa. Como tal ambos devem de se ver como a metade de cada um, pois um a realidade é que um não consegue existir e sentir-se realizado sem o outro.

Nunca devemos de confundir uma relação D/s como algo que ultrapassa todos os limites e que há faltas de respeito, pois não é nada disso que se pratica neste tipo de relações;
O respeito está na ordem do dia e nada acontece sem que antes seja previamente discutido e falado, os limites estão mais do que falados e traçados e não há ninguém que os queira ultrapassar! O bem estar físico e psicológico de ambos é extremamente importante!

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A relação D/s & S/d- F/M & M/F / Rituais e Liturgia
« em: Setembro 13, 2018, 02:05:08 pm »
Numa relação BDSM é normal e comum que existam procedimentos ritualísticos que são aplicados e efectuados, durante uma sessão.

Existem os que separam a noção de liturgia do conceito de ritos.
Liturgia seriam os procedimentos formais exercidos na relação dos casais entre si e na relação com outros casais e particulares. Seriam mais normas sociais, coletivas, de convivência.

Exemplos: seria uma regra litúrgica exigir que as submissas da play chamem todos os TOP de Senhor ou Senhora ou que todas elas usassem a mesma cor de sutiã e calcinha.

Rituais seriam os procedimentos formais instituídos pelo Dom para sessões entre o casal ou para reger a convivência deles. Seriam regras íntimas, para o casal — e não para o grupo social.
Exemplos: seria um rito que a submissa tivesse que se ajoelhar sempre no início da sessão e beijar os pés do Dono, esperando as suas ordens; que ela sempre tivesse que se referir a ele através de uma expressão específica (Senhor, Lord, “Dono de mim”, etc.); que sempre fosse amarrada na mesma posição no final da sessão; que nunca pudesse olhar diretamente nos olhos do Dom, sempre os mantendo baixos; que tivesse de ficar em silêncio durante a sessão, aguardando as ordens do Dono, na última posição que ele a deixou; que sempre falasse baixo com ele; que sempre fosse vendada durante a sessão; que sempre fizesse determinadas coisas após determinados comandos (por ex. posição nº 1, nº 2, nº 3, etc.), entre vários outros ritos que vão das experiências, preferências e criatividade de cada Dom.

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Dominação e Submissão / Regras para uma submissa
« em: Setembro 13, 2018, 02:03:01 pm »
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Uma submissa que preza a sua coleira, se comporta sempre da melhor maneira para agradar o seu Senhor.
Ele é o bem mais precioso que ela possui na vida, ele e a VIDA dela, aquele que da sentido em tudo. Por este e outros motivos uma submissa nunca deve:

Ter ataques de ciúmes
Desobedecer
Mentir
Ser infiel
Ser insolente
Ter ataques explosivos
pretender exclusividade
Tomar decisões sozinha
ser egoísta
manipular ou fazer joguinhos
ser impaciente
ser ansioso
responder mal
ser mal educada
ser arrogante
Ataques de ciúmes

Ataques de ciúmes

Não são permitidos a uma submissa, ela não tem posse sobre nada ou ninguém. Não existe MEU para uma submissa. Ela é quem é a posse e não o contrario.

Desobedecer

De alguma forma, seja ela qual for não é submissão. Pois a submissão é o ato de obedecer as vontades do Dono.

Mentir

A mentira não pode fazer parte do vocabulário de uma submissa, pois toda a relação D/s são baseadas na verdade, cumplicidade, e alem disto a confiança que o Dono deposita nela jamais deve ser traída.

Ser infiel

Como citado acima toda a relação entre submissa e Dominador e baseado na cumplicidade, lugar onde não cabe mentiras, traição, se uma submissa trai seu Dono, nunca o respeitou.A submissa servira a outro homem apenas quando desejar seu Dono.

Ser insolente

Impertinência e orgulho não fazem parte da servidão e submissão por tanto devem ser eliminadas do dicionário de uma submissa verdadeira.

Ter ataques explosivos

Não se resolvera ou mostrara submissão sendo explosiva e agindo por impulso, pois não se raciocina e não fará nada neste momento que agrade seu Senhor.

Pretender exclusividade

Submissa é um brinquedo ao prazer do Dono, uma peça na sua estante, ele pode ser e ter  quantas quiser. Submissão e’ ser uma serva, não esposa, não namorada, não amante. Sentimento da submissa ao seu Senhor deve ser servi-lo e nada mais. Adorar o fato que ele permita sua servidão, venerar cada castigo e atenção que ele der ou que ele o faça. Não esperar nada em troca.
A Submissa da sempre tudo o que o Dono precisar para ser feliz e realizado. Ela se realiza e é feliz com o que proporciona a ele nada a mais.

Tomar decisões sozinha

Uma Submissa pensa, mas jamais toma decisões sozinha, tem um Dono e deve saber o que ele quer ou pensa da situação em questão, somente depois de saber a opinião dele tomara uma decisão.

Ser egoísta

Uma submissa não deve pensar nos seus interesses , mas  sim nos do seu Dono, ele é o centro de tudo, centro do seu mundo, ele quer que o universo gire a seu favor.

Responder mal

Todas as resposta ás perguntas que o Dominador faz devem ser respondidas com serenidade e compreensão pela submissa. Se algo em questão não a agrada, poderá pedir ao Dono a palavra e se explicar, dizendo o que sente, mas não esperando aprovação, no fim ele sempre decide, o que é melhor para ambos.

Ser mal educada

Uma submissa é sempre educada, tanto pelas regras de comportamento da sociedade baunilha, como a sociedade BDSM. Nunca deve ser ao contrario.

Ser arrogante

Arrogância não levara nada de bom nas consequências do depois. A submissa ter que ser humilde a todo  o tempo.

Estes são os Principais atributos de uma submissa o que ela pode fazer para servir, dedicar e se entregar melhor ao seu Dono e senhor.

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Dominação e Submissão / Dominação e submissão no sexo anal
« em: Setembro 13, 2018, 02:02:09 pm »
Para que aconteça uma relação de dominação e submissão durante o sexo anal, o casal deve estar ciente de tudo que envolve essa situação. A mulher, que, na maioria das vezes, assume a forma submissa, deve deixar claro antes do início dos trabalhos até onde o homem, enquanto dominador, pode chegar. Vocês podem combinar algum som ou gesto que evidencie que o limite foi atingido.


O mesmo deve acontecer quando o homem estiver na situação de submisso e a mulher enquanto dominadora. Isso não significa que a mulher irá fazer qualquer tipo de penetração anal no parceiro sem que haja a completa permissão dele.

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Dominação e Submissão / Sessão BDSM
« em: Setembro 13, 2018, 02:01:28 pm »
O que é uma sessão BDSM?

Podemos definir uma sessão BDSM como um momento em que praticantes se reúnem para executar e/ou receber práticas que envolvem uma das formas de interação no BDSM - Bondage, Disciplina, Dominação e Submissão e SadoMasoquismo

- Pode ser um casal, que está em um relacionamento e executa práticas durante o sexo?
- Pode ser um grupo de amigos que decidiram fazer uma reunião informal pra experimentar práticas entre eles?
- Pode ser um Mestre e seu aprendiz aplicando didaticamente as práticas?
- Pode ser duas pessoas que ainda estão em fase de se conhecer?

Pode!!!

Não existe nenhuma regra litúrgica que defina que a sessão só pode acontecer entre pessoas que possuem relacionamento fixo. E a partir daqui podemos passar para a próxima questão.

Como acontece uma sessão?

Cada pessoa tem um universo diferente de preferências, e são elas que vão determinar o desenrolar de uma sessão. Vai depender de vários fatores pessoais e de como as pessoas estão emocionalmente e fisicamente pra esse momento. Muitas limitações podem acontecer também no decorrer da execução das práticas, e que podem mudar o rumo do que seria a preferência primária da pessoa.

Uma sessão entre amigos pode ter uma diversidade muito grande de práticas, pois vai envolver um conjunto bem maior de preferências do que uma sessão entre um casal por exemplo.

Cada pessoa vai ter uma forma de iniciar a sessão ou de colocar o parceiro na "vibe".
Não existe uma liturgia predefinida de como deve acontecer uma sessão ou algum ritual fixo, dependendo basicamente da vontade dos envolvidos e da reacção dos parceiros no momento.

Muitas pessoas já tem os seus próprios rituais e liturgias para esse momento e ensinam a seus parceiros como funciona para elas e quais são as suas preferências e liturgias.
Durante momentos de conversa (negociação) o parceiro vai dizer e/ou ensinar suas preferências.

Uma sessão implica que haja sempre sexo?

Essa é uma das questões mais discutidas, e novamente não há uma regra ou liturgia que defina que uma "verdadeira" sessão BDSM não deve ter sexo ou ser misturada com sexo. Aliás, em questão de verdadeiro ou falso, quase nada se aplica em questões de BDSM, sendo algo muito particular.

Para esclarecermos, defino aqui o sexo como sendo  "contacto íntimo estimulando a genital de pelo menos um dos parceiros", afinal para muitas pessoas o sexo abrange bem mais do que "penetração" e não necessariamente tem um pénis envolvido.
Incluir o factor sexo na sessão será muito definido pelo nível do relacionamento entre as pessoas e pela forma como a pessoa enxerga o momento sessão. Enquanto que, para alguns, o sexo é algo muito natural e aceitável dentro da sessão, para outros o sexo pode ser abominável e errado. Qual dos dois está errado? Nenhum!!! E ainda existem pessoas que tem o sexo como factor fundamental e que não desconectam a sessão de sexo, para elas é tudo muito naturalmente sexual,  e mais ainda, outras pessoas que não necessariamente incluem sexo nos planos da sessão, mas podem querer sexo no decorrer dela.

Muitas pessoas não atribuem ao BDSM teor sexual porque elas preferem não ter sexo durante as sessões, deixando pra um outro momento ou pra um outro parceiro, preferindo a sessão focada somente nas práticas.

É importante salientar que, deve ficar bem claro entre os parceiros se haverá sexo ou não durante a sessão, ou se a possibilidade de sexo existe caso a pessoa deseje, já que existem muitas pessoas que não desejam praticar sexo durante a sessão, sendo este até um factor impeditivo para sessão acontecer caso a pessoa tente "forçar". E também fique atento ao detalhe de que algumas pessoas não desassociam o momento da sessão de sexo, então para elas sexo é parte primordial, sendo parte importante e vital dela, mas de forma alguma o sexo deve ser usado como moeda de troca ou forma de chantagem para que uma pessoa "aguente" a sessão para no final obter sexo, fazendo com que o parceiro "ature" algo que não gosta, para ter algo que gosta no final.

Vou gostar de tudo numa sessão?

Não. Nem sempre.
Pode ser que ainda não tenha tido nenhuma experiência desagradável numa sessão porque sempre se relacionou com pessoas muito observadoras e que fizeram uma boa leitura das suas reacções, mas nem tudo sai "às mil maravilhas" sempre.
Pode haver aquele dia que não estava bem, ou que uma prática que sempre gostou não foi tão boa.
E é pensando que nem sempre conseguimos acertar em tudo que existem mecanismos de segurança em uma sessão.
São códigos usados para comunicação entre as pessoas envolvidas, sinalizando que algo pode não estar indo bem, ou que a pessoa não está se sentindo bem. Esses mecanismos de segurança são chamadas de Safeword(palavra de segurança) ou Safesign/Safegesture(gesto ou sinal de segurança).
Esses não são mecanismos de controle, sendo apenas uma forma eficiente de se comunicar e chamar a atenção para algo que pode não estar sendo observado naquele momento.

Safeword - Costuma ser uma palavra apenas, que geralmente não seria pronunciada no decorrer da sessão, o objetivo é "quebrar" o clima e chamar a atenção. A safeword não pode ser usada como humilhação ou como forma de ridicularizar o sub, a importância dela está no fato de que palavras como "socorro", "não", "pára", "chega" entre outras, podem ser elementos da própria sessão, fazendo parte do roleplay em alguns casos e não podem servir como mecanismo de parada, por não chamar a devida atenção. Por costume, convencionou-se usar amarelo e vermelho como palavras de segurança. A palavra amarelo significa desacelerar ou reduzir, sinaliza que está chegando próximo do limite de intensidade suportado, a palavra vermelho significa parar total, sinalizando que algo está errado ou que o limite foi ultrapassado.

Geralmente as pessoas quando começam a se relacionar escolhem sua próprias safewords, e muitas pessoas optam por ter apenas uma.

Safesign/Safegesture - Quando o sub fica incapacitado de falar, por estar amordaçado ou em ambiente com ruído ou situação similar, combina-se previamente um gesto ou sinal que irá substituir a safeword. Nesse caso o Dom deve estar muito atento para o caso de o sinal ser utilizado. O sinal pode ser um gesto com as mãos, com os pés, pode ser batidas no chão ou um chocalho na mão do sub.

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Dominação e Submissão / Coleira - O Ritual de colocar uma coleira
« em: Setembro 13, 2018, 02:00:40 pm »
Encoleiramento é um ritual litúrgico, que marca o início de uma relação de posse BDSM.
Antes do encoleiramento existem outras fases que são individuais em cada relacionamento, podendo ser de adestramento, condicionamento, consideração entre outras.

O ato de encoleirar é simbólico, podendo ser o objecto usado para encoleirar uma coleira de verdade, um colar, uma pulseira, um bracelete, símbolos que vão representar a relação.
O real encoleiramento acontece dentro das mentes das pessoas, que se tornam posses de outras, dentro dos parâmetros que foram combinados para se estabelecer a relação, o objecto usado para encoleirar é apenas um sinal, um símbolo de que a relação existe, algo que reforce a memória.

O encoleiramento também é um sinal ou aviso para a comunidade BDSM de que a relação foi consolidada, estabelecida.
A partir daquele momento, aquela pessoa é reconhecida como intocável, pertencente ao seu parceiro dominante.

Dentro da comunidade BDSM o encoleiramento tem um significado muito expressivo, um compromisso explícito e a demonstração de que houve uma "simbiose" entre aquelas pessoas.

Rituais fixos, não há, já que cada casal vai dar seu próprio "toque" ao ritual.
Mas existem rituais de encoleiramento que já se tornaram bastante "famosos", como a Cerimónia da Rosas ou o Círculo das Velas.

Existem também rituais fixos, dentro de comunidades ou grupos fechados, que servem para ratificar o compromisso entre proprietário e posse diante do grupo, como se de um casamento se tratasse.

Muitas pessoas optam por fazer rituais de encoleiramento sem a presença da comunidade, de forma bem íntima, mas é imperativo que o ritual seja presencial e real. Infelizmente, a leviandade com que o assunto encoleiramento vem sendo tratado actualmente, vem fazendo com que cerimónias como essa sejam cada vez mais raras...

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Dominação e Submissão / Além dos acessórios, atitude
« em: Setembro 13, 2018, 01:59:33 pm »
Quando se fala em relação de dominação e submissão, muitos se lembram dos chicotes, das roupas de couro, das fivelas e das algemas. Essa forma de ver o sexo também envolve isso, mas ela vai além.


Ela só é possível quando o casal está em perfeita harmonia e consegue estabelecer limites de até aonde vai o prazer e a dor do parceiro. É uma relação que pode estimular a paciência, a amizade e o amor durante o dia a dia, mesmo quando não está na hora do sexo.

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Dominação e Submissão / Estilos de submissão
« em: Setembro 13, 2018, 01:58:52 pm »
Estilos de submissão

Existem muitos níveis e versões de submissão.
Uma forma de assegurar uma boa relação é comunicar exactamente aquilo pretende, tanto a nível pessoal como a nível sexual.
Os Dominadores não lêem mentes. Os limites devem ser claros. Alguns submissos só se submetem em cenas sexuais e não nos outros aspectos das suas vidas, enquanto outros entregam as suas vidas a um Dominador.

Segue-se uma lista dos estilos de submissos mais comuns. É de notar que muitas vezes, os submissos não se inserem apenas num estilo, mas apresentam características de vários.

Submisso conceptual
Este tipo de submisso aprende tudo o que pode sobre o assunto lendo romances, livros de erótica, e tudo o que conseguir na net.
Não tem qualquer experiência real ou concepção daquilo que é o BDSM.

Submisso mental
Este submisso inicia a submissão na sua mente. Este indivíduo é submisso dentro e fora do quarto. Frequentemente sentem a necessidade de se submeterem ou renderem a um dominador. A submissão é, em geral, mental mas também pode ser física. Uma vez rendido, o submisso pode tornar-se um recipiente vazio, preparado a ser moldado pelo Dominador. O Amor não é um requisito, pois é uma submissão mental.

Submissão romântica
Este submisso deseja entregar tudo sem se tornar um escravo. Um submisso romântico deseja o amor do seu Dominador. O ato de submissão é repleto de emoção e amor. Dão tudo em troca do amor e confiança do Dominador.

Submissão de quarto
Este tipo de submisso vive uma vida normal e até pode ser Dominador, mas quando entra no quarto, este papel é esquecido e este submete-se ao Dominador. A troca de poder acontece, e fica, dentro do quarto. Este tipo de submissão é quase sempre sexual.

O criado
Este tipo de submisso está apenas interessado em servir o Dominador. Este tipo de submissão normalmente não inclui actividade sexual. Estes submissos desempenham tarefas, limpam a casa, e organizam a agenda do Dominador. Este submisso satisfaz as suas necessidades ao fazer coisas para outros.

O escravo sexual
Este tipo de submissão/ submisso escolhe este tipo de vida pelo sexo, com uma pessoa, várias pessoas, ou de qualquer forma que se possa imaginar. Este tipo de submisso raramente tem limites no que toca a sexo e deixará um Dominador empregar a dor como método de excitação e libertação, com pouca ou nenhuma cautela.

O escravo
Diferente de um submisso, um escravo tem de se render completamente e ser completamente controlado por um Mestre. O escravo tem de se sentir como se fosse propriedade do Dominador. Podem tornar-se uma pessoa diferente depois de o Dominador o treinar. Quando o Mestre está contente, o escravo está contente.

Masoquistas provocadores
Este tipo de submisso “porta-se mal” constantemente para que o Dominador o castigue. Muitas vezes, este tipo de submisso é mal-encarado pela comunidade BDSM, pois consideram que estes submissos são demasiado fracos para pedirem honestamente o que querem.

O submisso carente
Estes tipos de submissos agem sempre de forma a captar a atenção tanto de outros submissos como de Dominadores. Colocam posts em sites para que outros tenham pena deles. Colocam fotos com pouca roupa, não por terem orgulho dos seus corpos, mas porque precisam de receber bons comentários, que validem os seus esforços. Normalmente são muito chatos.

O submisso Alfa
Este indivíduo acredita que é o maior submisso. Pensam que ninguém pode possuir tanto conhecimento, ou atingir o seu nível de submissão ou formação em termos de protocolo. Pensam estar um nível acima dos outros submissos e escravos. Tipicamente, estes indivíduos não são verdadeiros submissos. Lêem muitos livros e artigos sobre o estilo de vida, e até podem submeter-se a um Dominador, mas normalmente não têm experiência, e não sabem aplicar o conhecimento adquirido nos livros em situações reais. Também não sentem a necessidade de se submeterem internamente e só o querem fazer pela experiência.

Não se esqueça que é uma lista de tipos de submissos mais comuns, e que pode não se inserir num único estilo, mas sim em vários.

Pode até nem concordar com estas descrições, mas pelo menos espero que fique com uma ideia de que existem vários níveis de submissão, e que esta surge de várias formas.

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