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Online Tatyana

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Sofre de cefaleias, náuseas, hemorragias irregulares, mas não percebe porquê? A resposta pode estar no método contraceptivo que está a usar. A Organização Mundial de Saúde alterou recentemente os critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e, neste Dia Mundial da Contracepção, um ginecologista explica-nos tudo.

O método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres portuguesas e o método sobre o qual as mulheres afirmam ter um maior conhecimento continua a ser a pílula. No entanto, cerca de 34% das mulheres procura uma mudança de método contraceptivo devido à má adesão e aos efeitos adversos que as mesmas proporcionam, como indica o último inquérito referente às práticas contraceptivos das mulheres portuguesas desenvolvido pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa da Contracepção.


Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alterou os critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e classificou as suas indicações conforme o perfil de cada mulher. Estes critérios indicam, por exemplo, que a pílula de contracepção oral só com progestativo passa a ter indicação reforçada nas mulheres que apresentam queixas e efeitos secundários pelo uso de pílulas com estrogénio.

Terão todas as mulheres conhecimento destas alterações? Estarão as mulheres portuguesas a utilizar o método contraceptivo mais adequado ao seu perfil? Vitor M.M.Gomes, médico obstetra-ginecologista, explica-nos tudo sobre estas alterações.

A Organização Mundial de Saúde alterou recentemente alguns dos critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e classifica as indicações dos métodos conforme o perfil de cada mulher. O que isto significa?

Cada mulher deve procurar informação e rever o método contraceptivo, de acordo com a etapa de vida em que se encontra, junto da sua consulta de planeamento familiar ou de ginecologia. As recomendações revistas na quinta edição dos critérios de elegibilidade da OMS passaram a incluir considerações mais diferenciadas quanto a várias opções contracetivas # Pílula combinada e: idade; pós-parto e aleitamento materno; doença venosa superficial; dislipidémia (colesterol e triglicerídeos elevados), # Contracepção só com progestativo (oral ou dispositivo intrauterino) e: aleitamento materno, #Contracepção de emergência e: mulher obesa, # DIU e: risco de doenças sexualmente transmissíveis, # Contracepção hormonal e infecção a HIV/SIDA e associação a terapêutica antirretroviral. Esta revisão permite alterar algumas estratégias e adaptar a cada mulher o método de acordo com essas recomendações.


Quais os tipos de pílulas que existem? Como se explica as diferenças e objectivos de cada uma?

Inicialmente a contracepção hormonal combinada oral (COC) era baseada na administração por via oral de hormonas sintéticas, em dosagens diárias bem mais elevadas do que as usadas hoje. O mecanismo de acção dos COC, essencialmente, consiste na inibição da ovulação, sendo o componente progestativo o responsável pelo seu efeito contraceptivo e o componente estrogénico responsável, sobretudo, pelo controle das perdas hemáticas vaginais (controlo do ciclo) e pela potenciação da ação do progestagénio. A progesterona endógena produzida no ovário, pelo corpo lúteo, tem propriedades antiestrogénicas, antiandrogénicas e antimineralocorticóides, os progestativos sintéticos prescritos na contracepção tendem a mimetizar estas propriedades.



A evolução da contracepção hormonal proporcionou alterações nos seus componentes hormonais com modificações na dose do etinilestradiol, introdução de estrogénios naturais, modificações no tipo de progestativo e na opção por diferentes vias de administração – oral, subcutânea, injectável – aumentando as alternativas como resposta às necessidades individuais dum método de contracepção, tendo como objectivo melhorar a tolerabilidade e a aceitabilidade, condicionando maior eficácia e eficiência contraceptiva.


As portuguesas continuam a preferir a escolha da pílula. Mas nem todas terão indicações para o fazer. Que mulheres não pode tomar a pílula contracetiva?
Antes do aconselhamento contraceptivo é essencial uma avaliação clínica, com história clínica completa de modo a esclarecer algum sintoma ou patologia que possa definir a não elegibilidade de um determinado método. Para a grande maioria das mulheres todos os métodos são elegíveis e cabe ao clínico dar a informação adequada, de modo a que a mulher possa fazer a sua opção. A disponibilidade dos diversos métodos permite adaptar a cada mulher a melhor solução para as suas características contraceptivas. O grande objectivo é evitar uma gravidez não desejada e permitir o planeamento da procriação de acordo com o desejo do casal.

Como se estuda o perfil de uma mulher para saber qual o método adequado?
É muito importante que exista um aconselhamento médico independente de ser ginecologista ou ter outra especialidade: medicina familiar ou pediatria. Os principais requisitos são o tempo/disponibilidade para ouvir a mulher e a capacidade de transmitir informações claras, de qualidade, que identifique os riscos, vantagens e desvantagens de cada método, e assim ajude a mulher a decidir qual o melhor método para si. A ideia que tem de ser o médico a escolher o método está totalmente ultrapassada, devendo ser a utente, após informação de qualidade, que escolhe um método que melhor se adapte às suas expectativas, modo de vida e responda aos seus receios e preocupações.
Qual a percentagem (%) de utilização dos vários métodos contraceptivos pelas portuguesas?

O método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres portuguesas e sobre o qual as mulheres afirmam ter um maior conhecimento continua a ser a pílula combinada. No entanto, cerca de 34% das mulheres procuram mudar de método contraceptivo devido a uma má adesão e a efeitos indesejáveis que podem ocorrer, como se indica no último inquérito referente às práticas contraceptivas das mulheres portuguesas desenvolvido pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa de Contracepção.

Existe uma crença de que o aumento do número de cancros da mama, diagnosticados, se possa relacionar com o elevado número de mulheres que tomam a pílula durante muitos anos. Haverá relação?
De acordo com os dados epidemiológicos disponíveis, atualmente, não parece haver relação direta entre as duas situações. Os cuidados no rastreio do cancro da mama quer a mulher faça ou não contraceção hormonal devem ser mantidos. Dissipados os receios oncológicos mantém-se como preocupação importante a relação entre o uso da contraceção hormonal com o seu potencial risco de eventos cardiovasculares: trombo-embolismo (TEV) quer a trombose venosa profunda quer a embolia pulmonar (TEP), sendo no entanto esse risco absoluto reduzido merecendo uma atenta atenção prévia à história clinica da mulher, pessoal e familiar, para reduzir esse risco.

Outra grande dúvida é relativa ao uso de uma pilula, continuamente, sem interrupção. Poderá prejudicar a saúde da mulher? Ou até poderá oferecer benefícios?
Entre os mais recentes critérios de elegibilidade para os métodos contracetivos apresentados pela OMS, verifica-se que a contraceção só com progestagénio – oral, subcutânea ou injetável – pode ser utilizada por qualquer mulher que prefira uma contraceção hormonal de uso contínuo e que não exija a obrigatoriedade de uma hemorragia mensal previsível. Esta opção contracetiva deve passar a ser recomendada como uma primeira escolha para a mulher que apresente risco de doença cardiovascular – tenha hipertensão ou algum dos tipos de diabetes, mulheres com hábitos tabágicos e que tenha mais de 35 anos e ainda, mais especificamente, para a mulher no pós-parto que quer amamentar naturalmente, durante o periodo de 6 meses após o parto, ou ainda para aquelas que apresentem intolerância, reservas ou contraindicações ao uso de estrogénios.
Quais os efeitos secundários mais comuns da toma da pílula, no organismo da mulher?
A maioria das mulheres em idade reprodutiva é saudável e para além de uma ótima eficácia contracetiva a ação terapêutica do uso da pílula oferece benefícios não contracetivos, que são muito valorizados pela mulher, com destaque para a sua ação na pele. Há uma percentagem relativamente pequena de mulheres (≈ 5%) que manifestam inicialmente alguns sinais de intolerância, nomeadamente náuseas, tensão mamária, cefaleias e edemas, mas cuja incidência vai diminuindo com a duração do seu uso.

A pílula é uma aliada ou inimiga da saúde feminina?
A pílula é sem dúvida um forte aliada na saúde feminina, sendo muito importante na prática salientar os benefícios não contracetivos destes métodos, nomeadamente o controlo das hemorragias menstruais e da regularidade dos ciclos menstruais, a melhoria da dor menstrual, da acne, entre outros. Estes podem ser uma grande mais-valia para a manutenção da utilização do método contracetivo. Na realidade, a mulher aprecia esses efeitos positivos inerentes aos contracetivos.


Contraceção Oral só com Progestativos – Novas indicações:


Mulheres com mais de 35 anos de idade
Mulheres cm excesso de peso e/ou obesas
Fumadoras
Mulheres em situação de pós-parto


Contraceção Hormonal Combinada e os efeitos indesejáveis dos estrogénios:


Náuseas e Vómitos
Cefaleias
Mastodinia
Hipertensão
Alterações de Coagulação


In:https://mood.sapo.pt/estara-a-tomar-...acetivo-certo/


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