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Offline Tatyana

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Toda a verdade sobre os brinquedos sexuais
« em: Novembro 03, 2018, 14:15:36 »
Apimentar a relação, dar ‘vida’ a fantasias, satisfazer a cara-metade, aumentar o próprio prazer. São muitos os motivos que levam uma pessoa a incluir brinquedos na sua rotina sexual. Mas se pensa que isto é uma coisa de mulheres, engana-se.

“Nas últimas décadas, os brinquedos sexuais passaram a ser utilizados sem tabus. É fácil ouvir falar deles, tanto através da comunicação social, como no grupo de amigos/as”, começa por explicar à Men’s Health Rita Torres, Psicóloga Clínica e Terapeuta Sexual.

Apesar de ser já um tema de conversa e de as pessoas “passarem a recorrer mais a estes instrumentos de prazer”, a verdade é que “ainda existem algumas barreiras”. De acordo com a especialista, “falar de brinquedos sexuais implica, muitas vezes, um tom jocoso e ainda é fácil ouvir pessoas que não percebem para que é que eles existem. Às vezes, ainda estão associados a uma certa ideia de perversão ou anomalia”.

De acordo com a especialista, “existem estudos que revelam que homens que se identificam como heterossexuais mais facilmente assumem o papel tradicional masculino, que encerra em si algumas crenças sexuais negativas, como que o uso dos brinquedos sexuais significa que a parceira não está satisfeita. Quanto menores as crenças sexuais negativas, maior a abertura à exploração, que pode ou não incluir os brinquedos sexuais. Ainda assim, já foi feito um longo caminho”.

 

Brinquedos sexuais na vida a dois: Sim ou não?
“O uso de brinquedos sexuais, sozinho ou acompanhado, tem como finalidade proporcionar uma experiência de prazer, que, muitas vezes, passa pela introdução de novas sensações e estímulos. Todos/as nós temos direito a uma sexualidade saudável, que é um fonte de bem-estar, físico e psicológico”, explica a especialista.

Seja numa relação ainda recente ou já de longa data, a inclusão de brinquedos sexuais não é uma decisão que se tome de ânimo leve. “Cada casal é uma entidade única em todos os temas e este não é exceção”, diz-nos a especialista, salientando que, “primeiro, é necessário perceber se o casal tem vontade de introduzir brinquedos sexuais na relação”.

Para Rita Torres, “o uso de brinquedos sexuais é forma tão válida de obtenção de satisfação sexual como qualquer outra. Caso o homem esteja num relacionamento, e se o uso de brinquedo sexual substituir a relação sexual com o/a parceiro/a, pode ou não haver um problema. Depende da realidade de cada casal. Em muitos casos, poderá haver uma falta de interesse no relacionamento sexual com o/a parceiro/a, o que pode ser um sintoma de problemas na relação. Noutros, pode ser uma realidade consciente e falada no casal. Muitas vezes, os membros do casal têm necessidades diferentes, que podem suprimir com o uso solitário de brinquedos sexuais, sem que isso seja um problema para o casal”.

Quando a vontade de introduzir brinquedos sexuais por parte de ambos, essa nova dinâmica “pode ajudar a superar uma dificuldade/perturbação sexual” ou até mesmo “ajudar no combate ao aborrecimento sexual”, até porque, “para além do prazer físico, os brinquedos sexuais podem ser ótimos estimulantes do nosso prazer imaginário erótico, que é um fator importante para uma sexualidade saudável”.

Contudo, e como acontece com qualquer outra mudança na vida do casal – seja sexual, ou não -, esta questão deve ser sempre discutida no seio do casal: se ambos estão de acordo, que tipo de objeto gostariam de utilizar. Como qualquer outra esfera, uma comunicação saudável é a base de escolhas que promovem o bem-estar”, frisa.

 

O lado machista
Pode o uso de um brinquedo sexual causar transtorno ao homem? Sim. À Men’s Health, a especialista esclarece que “o uso dos brinquedos pode ser prejudicial quando causa mal-estar significativo ao homem ou ao casal. E esse mal-estar pode traduzir-se de muitas maneiras. Por exemplo, os membros de um casal não estão de acordo relativamente ao uso de brinquedos sexuais, e isso gera discussões e disparidades na satisfação sexual. Ou quando o uso de brinquedos sexuais faz aflorar inseguranças num dos membros do casal”.

Além disso, “no caso dos homens heterossexuais, ainda é comum haver a crença de que o uso de brinquedos sexuais significa que ele não é ‘suficientemente bom’ e não consegue satisfazer a parceira. Este é um exemplo de uma das crenças sexuais negativas que ainda estão muito presentes, e causam mal-estar e perturbação na vida sexual das pessoas. Felizmente, a evolução vai sendo positiva, e o sexo masculino está cada vez mais aberto a novas experiências”.

 

Se pretende introduzir brinquedos na sua rotina sexual, clique nas imagens acima e saiba todos os cuidados que deve ter.
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