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O que gostavas de perguntar ás Mulheres? / Re: Gostavas de ver teu homem com outra ?
« Última mensagem por duquesa em Novembro 09, 2018, 21:36:26 »
nao me importo, desde que eu participe da brincadeira
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O que gostavas de perguntar aos Homens? / Re: Quantas conseguem dar?
« Última mensagem por duquesa em Novembro 09, 2018, 21:35:09 »
eu ja sai com um homem e ele gozou 7 vezes
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Consultório Sexual / DST ( Doença Sexualmente Transmissivel )
« Última mensagem por duquesa em Novembro 09, 2018, 21:30:47 »

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são doenças causadas por vírus, bactérias ou outros micróbios que se transmitem, principalmente, através das relações sexuais sem o uso de preservativo com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.

Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher. E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.

Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da Aids, o HIV. Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A Aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da Aids, também na amamentação.

O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão dessas doenças.
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O que gostavas de perguntar aos Homens? / transar a três
« Última mensagem por duquesa em Novembro 09, 2018, 21:25:34 »
Porque os homens adoram transar com duas mulheres ou mais?
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Numa população de mulheres cada vez com mais idade, não é fácil determinar a efetiva repercussão dos fibromiomas na reprodução, visto que com os anos a fertilidade diminui e a probabilidade de desenvolvimento de miomas uterinos aumenta



Com o adiamento cada vez mais habitual da idade de concepção, é indiscutível a relevância que esta patologia tem numa consulta de ginecologia / infertilidade. Existem várias razões pelos quais os fibromiomas podem afetar a fertilidade:

– Modificação da contractilidade uterina com intromissão na motilidade dos embriões e gâmetas (espermatozóides e ovócitos).

– Interferência no endométrio, com deformação da cavidade uterina, compromisso da vascularização e libertação de substâncias inflamatórias, interferindo todos estes elementos com a progressão dos espermatozóides e a implantação dos embriões.

– Perturbação da anatomia com distorção da cavidade uterina e obstrução das trompas.

As técnicas utilizadas nos tratamentos de infertilidade superam a questão do transporte dos gâmetas, sendo assim fundamentais os aspectos que prejudicam a implantação. Desta forma o impacto dos fibromiomas na gravidez e o seu tratamento deve ser analisado dependendo se a gestação pode acontecer naturalmente ou exclusivamente com o auxílio de técnicas de Procriação Medicamente Assistida (PMA).

O número, o tamanho e a localização dos miomas vão interferir de forma diferenciada na resposta reprodutiva, assim é funcional compartimentar os fibromiomas com base na sua localização e se vão ser utilizadas ou não técnicas de PMA.

Actuação nos casos de infertilidade sem necessidade de terapêuticas de PMA


a) Fibromiomas subserosos – não há estudos que permitam analisar o efeito deste tipo de miomas e da sua remoção cirúrgica na gravidez espontânea.



b) Fibromiomas submucosos – os estudos científicos comprovam que este tipo de miomas tem um impacto desfavorável no sucesso da gravidez. Assim a miomectomia histeroscópica nalguns tipos de fibromiomas (tipos 0 e 1) melhora a taxa de gravidez e diminui a incidência de aborto espontâneo.



c) Fibromiomas intramurais – publicações científicas mais recentes têm demonstrado igualmente um efeito negativo deste tipo de miomas na gravidez natural, contudo ainda não está perfeitamente estabelecido a importância do número e das dimensões dos fibromiomas. Contudo alguns estudos parecem indicar que a remoção de miomas com mais de 5 cm melhora as taxas de gravidez.




Atuação nos casos de infertilidade com necessidade de terapêuticas de PMA
Na realidade não existe um número suficiente de estudos e trabalhos científicos de qualidade que possibilitem encontrar respostas para as principais perguntas relacionadas com este tema. Assim o impacto dos fibromiomas uterinos nas taxas de gravidez e a melhor conduta a ter na sua presença mantém-se um assunto pouco consensual dentro comunidade médica.

É importante salientar que a remoção cirúrgica de miomas uterinos deve ser muito bem ponderada, visto que pode resultar na formação de aderências pélvicas extensas e de danos à integridade da cavidade uterina, sendo por isso o principal procedimento com riscos para a integridade e viabilidade do útero.

Novos tratamentos dos fibromiomas no âmbito da Medicina de Reprodução
A Embolização das Artérias Uterinas é actualmente uma técnica não recomendada na terapêutica dos fibromiomas uterinos no âmbito da área da infertilidade, quer nas situações de gestação espontânea quer no contexto da PMA (estudos recentes demonstraram que a vascularização e a função do ovário podem vir a ficar afectadas, assim como pareceu haver mais complicações nas gravidezes subsequentes com este procedimento).

Em relação ao Acetato de Ulipristal (o mais recente medicamento utilizado nesta área terapêutica) ainda não existem estudos suficientes sobre a repercussão da sua utilização na reprodução humana, sendo ainda desconhecidos os efeitos que as perturbações no endométrio características do seu uso terão na implantação embrionária e nas taxas de gravidez.

In: https://mood.sapo.pt/infertilidade-e...as-uterinos/2/
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Todos os meses, há mulheres atacadas por uma forma extrema e severa da chamada tensão pré-menstrual que pode levá-las a pensar no suicídio. Um transtorno físico que, contudo, continua a ser visto como uma mera psicose por muitos profissionais de saúde.

Estamos a falar do Transtorno Disfórico Pré-menstrual (TDPM), uma desordem que só foi reconhecida, oficialmente, pela medicina no início deste Século.
Esta doença ginecológica afecta entre 5% a 8% das mulheres, em idade fértil, e constitui uma forma aguda da chamada tensão pré-menstrual, com sintomas semelhantes, mas mais intensos, nomeadamente irritabilidade, depressão, sentimentos suicidas, insónia e falta de apetite.

“Bruxas” na Idade Média, “psicóticas” na actualidade

A TPDM é contudo, ainda encarada por muitos profissionais de saúde como uma psicose ou como um mal-estar relacionado com a ansiedade, pelo que há mulheres que sofrem do transtorno que chegam a ser internadas em hospitais psiquiátricos.
Foi esse o caso de Sarah, uma mulher de 23 anos que conta à BBC que passou um ano inteiro a entrar e a sair de uma clínica psiquiátrica para adolescentes, depois de ter sido diagnosticada com desordem bipolar aos 13 anos de idade.
Sarah diz que começou por sentir “ansiedade e depressão” e, com o prolongar do problema, “psicose – via coisas e ouvia coisas – e mania”.
O seu caso foi assim, diagnosticado como um mal do foro psiquiátrico quando, na verdade, ela padece de TDPM.
“Como os sintomas são cíclicos, os psiquiatras, por vezes, acreditam que é um transtorno bipolar e então, os pacientes seguem um tratamento, durante anos, com terapias e anti-psicóticos como o lítio“, explica na BBC o especialista de ginecologia John Studd.
Foi esse o caso de Rachel, de 35 anos, outra mulher ouvida pela BBC que tomou anti-depressivos, ao longo de anos, prescritos contra a ansiedade e que quase acabou internada num hospital psiquiátrico.
O psiquiatra que a seguiu continua a dizer que Rachel sofre da doença bipolar e um médico chegou a dizer-lhe que, na Idade Média, seria, provavelmente, queimada na fogueira como bruxa.
No caso de Laura, de 38 anos, a TDPM afectou tão negativamente a vida dela, levando-a até a não conseguir manter um emprego estável, que ela está a preparar-se para fazer uma histerectomia, ou seja, remover o útero e os ovários, para cortar o mal pela raiz, conforme relata à BBC.

Estudo aponta para problema genético

Os tratamentos mais habituais e adequados para a TDPM incluem a hormona estrogénio para “dominar o ciclo [menstrual] e os sintomas cíclicos”, explica Studd.
Mas um estudo publicado na revista Molecular Psychiatry, no início de 2017, veio dar um empurrão a um potencial novo tratamento para o problema, depois de ter concluído que a TDPM pode ser causada pela genética.
Investigadores dos NIH, Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, detectaram um grupo de genes, nas mulheres que sofrem de TDPM, que afecta o modo como as hormonas sexuais interagem com outros genes.
“Descobrimos uma expressão desregulada no complexo de genes suspeito que acrescenta provas de que a TDPM é uma desordem de resposta celular ao estrogénio e à progesterona”, explica um dos investigadores do estudo, Peter Schmidt, no site dos NIH.
“Aprender mais sobre o papel deste complexo de genes conserva a esperança para um tratamento melhorado de tais transtornos prevalentes de humor relacionados com o sistema endócrino reprodutivo”, acrescenta Schmidt.
“Trata-de se um grande momento para a saúde das mulheres porque estabelece que as mulheres com TDPM têm uma diferença intrínseca, no seu aparelho molecular, para responder às hormonas sexuais – não apenas comportamentos emocionais que deveriam ser capazes de controlar voluntariamente”, releva por seu turno outro dos co-autores do estudo, David Goldman, também citado no site dos NIH.

In: https://zap.aeiou.pt/transtorno-pre-...iatrico-161465
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Sofre de cefaleias, náuseas, hemorragias irregulares, mas não percebe porquê? A resposta pode estar no método contraceptivo que está a usar. A Organização Mundial de Saúde alterou recentemente os critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e, neste Dia Mundial da Contracepção, um ginecologista explica-nos tudo.

O método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres portuguesas e o método sobre o qual as mulheres afirmam ter um maior conhecimento continua a ser a pílula. No entanto, cerca de 34% das mulheres procura uma mudança de método contraceptivo devido à má adesão e aos efeitos adversos que as mesmas proporcionam, como indica o último inquérito referente às práticas contraceptivos das mulheres portuguesas desenvolvido pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa da Contracepção.


Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alterou os critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e classificou as suas indicações conforme o perfil de cada mulher. Estes critérios indicam, por exemplo, que a pílula de contracepção oral só com progestativo passa a ter indicação reforçada nas mulheres que apresentam queixas e efeitos secundários pelo uso de pílulas com estrogénio.

Terão todas as mulheres conhecimento destas alterações? Estarão as mulheres portuguesas a utilizar o método contraceptivo mais adequado ao seu perfil? Vitor M.M.Gomes, médico obstetra-ginecologista, explica-nos tudo sobre estas alterações.

A Organização Mundial de Saúde alterou recentemente alguns dos critérios de elegibilidade para os métodos contraceptivos e classifica as indicações dos métodos conforme o perfil de cada mulher. O que isto significa?

Cada mulher deve procurar informação e rever o método contraceptivo, de acordo com a etapa de vida em que se encontra, junto da sua consulta de planeamento familiar ou de ginecologia. As recomendações revistas na quinta edição dos critérios de elegibilidade da OMS passaram a incluir considerações mais diferenciadas quanto a várias opções contracetivas # Pílula combinada e: idade; pós-parto e aleitamento materno; doença venosa superficial; dislipidémia (colesterol e triglicerídeos elevados), # Contracepção só com progestativo (oral ou dispositivo intrauterino) e: aleitamento materno, #Contracepção de emergência e: mulher obesa, # DIU e: risco de doenças sexualmente transmissíveis, # Contracepção hormonal e infecção a HIV/SIDA e associação a terapêutica antirretroviral. Esta revisão permite alterar algumas estratégias e adaptar a cada mulher o método de acordo com essas recomendações.


Quais os tipos de pílulas que existem? Como se explica as diferenças e objectivos de cada uma?

Inicialmente a contracepção hormonal combinada oral (COC) era baseada na administração por via oral de hormonas sintéticas, em dosagens diárias bem mais elevadas do que as usadas hoje. O mecanismo de acção dos COC, essencialmente, consiste na inibição da ovulação, sendo o componente progestativo o responsável pelo seu efeito contraceptivo e o componente estrogénico responsável, sobretudo, pelo controle das perdas hemáticas vaginais (controlo do ciclo) e pela potenciação da ação do progestagénio. A progesterona endógena produzida no ovário, pelo corpo lúteo, tem propriedades antiestrogénicas, antiandrogénicas e antimineralocorticóides, os progestativos sintéticos prescritos na contracepção tendem a mimetizar estas propriedades.



A evolução da contracepção hormonal proporcionou alterações nos seus componentes hormonais com modificações na dose do etinilestradiol, introdução de estrogénios naturais, modificações no tipo de progestativo e na opção por diferentes vias de administração – oral, subcutânea, injectável – aumentando as alternativas como resposta às necessidades individuais dum método de contracepção, tendo como objectivo melhorar a tolerabilidade e a aceitabilidade, condicionando maior eficácia e eficiência contraceptiva.


As portuguesas continuam a preferir a escolha da pílula. Mas nem todas terão indicações para o fazer. Que mulheres não pode tomar a pílula contracetiva?
Antes do aconselhamento contraceptivo é essencial uma avaliação clínica, com história clínica completa de modo a esclarecer algum sintoma ou patologia que possa definir a não elegibilidade de um determinado método. Para a grande maioria das mulheres todos os métodos são elegíveis e cabe ao clínico dar a informação adequada, de modo a que a mulher possa fazer a sua opção. A disponibilidade dos diversos métodos permite adaptar a cada mulher a melhor solução para as suas características contraceptivas. O grande objectivo é evitar uma gravidez não desejada e permitir o planeamento da procriação de acordo com o desejo do casal.

Como se estuda o perfil de uma mulher para saber qual o método adequado?
É muito importante que exista um aconselhamento médico independente de ser ginecologista ou ter outra especialidade: medicina familiar ou pediatria. Os principais requisitos são o tempo/disponibilidade para ouvir a mulher e a capacidade de transmitir informações claras, de qualidade, que identifique os riscos, vantagens e desvantagens de cada método, e assim ajude a mulher a decidir qual o melhor método para si. A ideia que tem de ser o médico a escolher o método está totalmente ultrapassada, devendo ser a utente, após informação de qualidade, que escolhe um método que melhor se adapte às suas expectativas, modo de vida e responda aos seus receios e preocupações.
Qual a percentagem (%) de utilização dos vários métodos contraceptivos pelas portuguesas?

O método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres portuguesas e sobre o qual as mulheres afirmam ter um maior conhecimento continua a ser a pílula combinada. No entanto, cerca de 34% das mulheres procuram mudar de método contraceptivo devido a uma má adesão e a efeitos indesejáveis que podem ocorrer, como se indica no último inquérito referente às práticas contraceptivas das mulheres portuguesas desenvolvido pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa de Contracepção.

Existe uma crença de que o aumento do número de cancros da mama, diagnosticados, se possa relacionar com o elevado número de mulheres que tomam a pílula durante muitos anos. Haverá relação?
De acordo com os dados epidemiológicos disponíveis, atualmente, não parece haver relação direta entre as duas situações. Os cuidados no rastreio do cancro da mama quer a mulher faça ou não contraceção hormonal devem ser mantidos. Dissipados os receios oncológicos mantém-se como preocupação importante a relação entre o uso da contraceção hormonal com o seu potencial risco de eventos cardiovasculares: trombo-embolismo (TEV) quer a trombose venosa profunda quer a embolia pulmonar (TEP), sendo no entanto esse risco absoluto reduzido merecendo uma atenta atenção prévia à história clinica da mulher, pessoal e familiar, para reduzir esse risco.

Outra grande dúvida é relativa ao uso de uma pilula, continuamente, sem interrupção. Poderá prejudicar a saúde da mulher? Ou até poderá oferecer benefícios?
Entre os mais recentes critérios de elegibilidade para os métodos contracetivos apresentados pela OMS, verifica-se que a contraceção só com progestagénio – oral, subcutânea ou injetável – pode ser utilizada por qualquer mulher que prefira uma contraceção hormonal de uso contínuo e que não exija a obrigatoriedade de uma hemorragia mensal previsível. Esta opção contracetiva deve passar a ser recomendada como uma primeira escolha para a mulher que apresente risco de doença cardiovascular – tenha hipertensão ou algum dos tipos de diabetes, mulheres com hábitos tabágicos e que tenha mais de 35 anos e ainda, mais especificamente, para a mulher no pós-parto que quer amamentar naturalmente, durante o periodo de 6 meses após o parto, ou ainda para aquelas que apresentem intolerância, reservas ou contraindicações ao uso de estrogénios.
Quais os efeitos secundários mais comuns da toma da pílula, no organismo da mulher?
A maioria das mulheres em idade reprodutiva é saudável e para além de uma ótima eficácia contracetiva a ação terapêutica do uso da pílula oferece benefícios não contracetivos, que são muito valorizados pela mulher, com destaque para a sua ação na pele. Há uma percentagem relativamente pequena de mulheres (≈ 5%) que manifestam inicialmente alguns sinais de intolerância, nomeadamente náuseas, tensão mamária, cefaleias e edemas, mas cuja incidência vai diminuindo com a duração do seu uso.

A pílula é uma aliada ou inimiga da saúde feminina?
A pílula é sem dúvida um forte aliada na saúde feminina, sendo muito importante na prática salientar os benefícios não contracetivos destes métodos, nomeadamente o controlo das hemorragias menstruais e da regularidade dos ciclos menstruais, a melhoria da dor menstrual, da acne, entre outros. Estes podem ser uma grande mais-valia para a manutenção da utilização do método contracetivo. Na realidade, a mulher aprecia esses efeitos positivos inerentes aos contracetivos.


Contraceção Oral só com Progestativos – Novas indicações:


Mulheres com mais de 35 anos de idade
Mulheres cm excesso de peso e/ou obesas
Fumadoras
Mulheres em situação de pós-parto


Contraceção Hormonal Combinada e os efeitos indesejáveis dos estrogénios:


Náuseas e Vómitos
Cefaleias
Mastodinia
Hipertensão
Alterações de Coagulação


In:https://mood.sapo.pt/estara-a-tomar-...acetivo-certo/
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As mulheres que usam dispositivos intrauterinos (DIU) como método contracetivo correm menor risco de cancro do colo do útero, o terceiro tumor maligno mais comum em mulheres, avançam cientistas norte-americanos.

O risco de cancro do colo do útero para as mulheres com DIU é um terço mais pequeno do que para as mulheres que não usam este dispositivo, segundo uma revisão publicada esta semana na revista médica Obstetrics and Gynecology, que analisou 16 estudos feitos com base em dados de 12.000 mulheres.
"O padrão [de diminuição de risco] que encontrámos é impressionante. Não é nem um pouco subtil", comenta a autora principal do artigo, Victoria Cortessis, professora associada de medicina clínica preventiva na Keck School of Medicine na Universidade do Sul da Califórnia.

"A possibilidade de uma mulher controlar o risco de cancro ao mesmo tempo em que toma decisões contraceptivas pode ser muito impactante", acrescentou.
Duas opções em análise
Os investigadores não têm certeza por que motivo o risco deste tipo de cancro diminui nas mulheres com DIU, mas uma das teorias é que esses dispositivos estimulam uma resposta imunitária que ajuda a combater infeções causadoras de cancro, como o vírus do papiloma humano (HPV).
Outra possibilidade é que, quando estes dispositivos são removidos, as mulheres são sujeitas a raspagens que removem células pré-cancerosas e que podem degenerar em tumores.

In: Mulheres que usam contracetivo intrauterino correm menor risco de cancro | SAPO Lifestyle
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No final de fevereiro de 2016, a Agência de Recenseamento do Japão anunciou que a população sofreu um declínio líquido, a registar mais mortes do que nascimentos, pela primeira vez desde 1920.

Os japoneses estão a fazer menos sexo do que nunca. Alguns autores ocidentais estão tão surpreendidos com este facto que chegam mesmo a perguntar por que motivo os jovens japoneses pararam de fazer sexo.
Em 2011, o Instituto Nacional de População e Pesquisa da Segurança Social do Japão publicou os seguintes dados: 61% dos homens solteiros e 49% de mulheres entre os 18 e os 34 anos não mantêm relações íntimas. O grande número de virgens no Japão deixou as autoridades do país muito preocupadas.
Afinal, os japoneses fazem sexo com que frequência? Mais sexo poderia ajudar a melhorar a taxa de natalidade do país?



É oficial: população está em declínio

Em primeiro lugar, consideremos o declínio da população japonesa. Nos últimos cinco anos (o Japão realiza um censo completo a cada 10 anos e uma contagem parcial a cada cinco anos), a população do país diminuiu cerca de 0,7% (em torno de 950.00 pessoas) passando a 127,1 milhões.
Em 2015, quase um terço da população japonesa tinha mais de 65 anos. A projeção para 2050 é que aproximadamente 40% dos japoneses terão mais de 65 anos.
Para piorar o futuro populacional do Japão, a taxa de fecundidade do país tem sido cerca de 1,41 nascimento por mulher, abaixo da “taxa de substituição da população”, que é de aproximadamente 2,1 – o número médio de filhos por mulher para substituir a população durante quase quarenta anos, desde a década de 1970.
Na verdade, o anúncio feito este mês pela agência de recenseamento sobre o declínio líquido da população já havia sido previsto há algum tempo.
O Japão não é o único país do mundo a experimentar este fenómeno. Na Alemanha, a fertilidade permanece abaixo de 1,5 criança por mulher desde 1975, enquanto o Banco Mundial aponta que a região Ásia-Pacífico está a envelhecer mais rapidamente que qualquer outro lugar.
Ou seja, o envelhecimento populacional é um desafio global que não é exclusivo do Japão. O governo Abe pretende “estabilizar” a população do Japão em 100 milhões, incentivando as mulheres a ter mais filhos e a melhorar a taxa de crescimento populacional.
O principal problema do Japã o(está provado, diz a sabedoria popular) é que os japoneses não estão interessados em fazer sexo.
A “síndrome do celibato” existe ou é invenção?

A imagem do país está frequentemente ligada à ideia de que os japoneses não estão a fazer sexo. Afinal, a “síndrome do celibato” do Japão existe mesmo ou é invenção dos meios de comunicação estrangeiros?
No Japão, há até um nome para apelidar este fenómeno: “síndrome do celibato” (セックスしない症候群). Curiosamente, o verbete da Wikipédia para esta expressão cita um artigo de 2013, do The Guardian, como a principal fonte do termo.
Um artigo em japonês sobre a “síndrome do celibato” começa com uma referência a um documentário de 2013, da BBC, intitulado “Nada de sexo, por favor, somos japoneses”.
A maioria dos resultados de busca para “セックスしない症候群” parecem ter ocorrido ao longo de 2013, e os artigos em língua estrangeira, por exemplo, no Huffington Post e no China’s People’s Daily Online, superam os resultados em língua japonesa.
Pesquisa da Durex ainda tem peso

A ideia pode ter origem no método de referência utilizado numa pesquisa sobre sexo, “Sexual Wellbeing Global Survey”, realizada pela fabricante de preservativos Durex, em 2006 e 2007.
Esta pesquisa, que já tem quase uma década, contou com 26.000 participantes, com 16 anos ou mais, em 26 países, e avaliou os hábitos sexuais de cada um. Apesar de ter mais de 10 anos, os resultados da pesquisa continuam a ser reutilizados ano após ano pelos meios de comunicação, tanto ocidentais como japoneses.
Por exemplo, num artigo de 2014, da edição on-line da revista Toyo Kezai, Sechiyama Kaku, um professor na Universidade de Tóquio, cita o estudo da Durex de 2006/07 para argumentar que “o Japão tem a mais baixa frequência sexual do mundo”.
No estudo da Durex, os japoneses responderam que faziam sexo 45 vezes por ano, o número mais baixo entre todos os 41 países que participaram na pesquisa.
Dito isto, um relatório japonês mais recente, e ainda pouco conhecido, parece confirmar as conclusões da Durex sobre a libido do Japão. Na verdade, a Sagami, empresa líder no mercado de preservativos no Japão, realizou a sua própria pesquisa sobre sexo em 2013.
O autor de um blogue, Yuta Aoki, resumiu os resultados da sondagem da Sagami. Aoki aponta que a pesquisa mais recente parece confirmar a conclusão da Durex: os japoneses não fazem mesmo muito sexo.
“Casamentos assexuados” japoneses

Aoki salienta que a sondagem da Sagami indica que as pessoas que estão em relacionamentos sérios no Japão (Durex examinou pessoas sexualmente ativas) podem estar a fazer sexo bem menos do que 45 vezes por ano. Um estudo de 2006, feito pela Bayer, mostrou que os casais japoneses, em média, fizeram sexo apenas 17 vezes por ano.
Além disso, o estudo da Sagami descobriu que 55,2% dos casais se consideravam assexuados. Nos últimos anos, o “casamento assexuado” transformou-se num tema muito debatido no Japão.
Um levantamento feito pela Associação Japonesa de Planeamento Familiar revelou que a maioria dos homens casados estavam muito ocupados ou cansados do trabalho para fazer sexo. As mulheres relataram que o sexo era uma atividade “muito enfadonha”.
No entanto, o interessante sobre o estudo da Sagami, relata Aoki, é que, em geral, as pessoas no Japão não têm aversão ao sexo: 58% das mulheres e 83% dos homens solteiros entre 20 e 30 anos dizem que querem fazer sexo.
Mesmo havendo uma variedade de razões pelas quais algumas pessoas no Japão vivem sem sexo, a aversão não é uma delas.
Fazem sexo, mas não com as suas parceiras

É importante salientar que no contexto do levantamento da Sagami, casais que relataram estar num casamento “sem sexo” estavam a referir-se apenas aos parceiros daquele relacionamento. No país, pouco se fala sobre sexo extraconjugal ou sexo pago.
De acordo com várias pesquisas, entre 10 e 20% dos homens e metade desse percentual de mulheres admitiram ter tido sexo extraconjugal (不倫, furin). Isto significa que, mesmo que os japoneses estejam em relacionamentos sem sexo, não é correto dizer que não fazem sexo.
Além disso, muitos homens casados no Japão fazem uso da milionária indústria do sexo do país de 5 mil milhões de dólares (5兆6,884億 円). Certamente, no Japão, uma significativa parcela de homens heterossexuais casados está a pagar para ter sexo.
Pagar por sexo

Uma significativa minoria dos homens japoneses heterossexuais casados pode estar a pagar por sexo. De acordo com a Agência Nacional de Polícia do Japão, APN, em 2011, houve mais de 29.000 negócios ligados à indústria do sexo no país (性風俗関連特殊営業, seifuzokukanrentokushueigyo), 10.000 a mais que em 2007.
O comércio do sexo no Japão consiste numa variedade de estabelecimentos e empresas, incluindo bordeis, casas de massagem, agências de acompanhantes e serviços de encontros pagos.
Numa sonfagem conduzida pela MiW, uma comunidade que fornece apoio a pessoas cujos parceiros tem sexo extraconjugal, 23% dos homens casados entrevistados em Tóquio disseram que tinham pago por sexo. Um outro levantamento feito pelo Centro Nacional de Educação Feminina do Japão chegou à conclusão de que 40% dos homens japoneses pagam por sexo.
Assim, embora a “síndrome do celibato” no Japão possa existir, talvez ocorra apenas entre casais heterossexuais em relacionamentos duradouros.
Impacto no declínio da taxa de natalidade

Uma nova política do Governo Abe está a fazer com que as mulheres japonesas enfrentem duplos ou triplos dilemas: as mulheres estão a ser incentivadas a ter mais filhos para aumentar a taxa de natalidade do país e reduzir o lento declínio populacional.
Espera-se ainda que essas mesmas mulheres cuidem dos filhos e dos familiares idosos. Dessa forma, mesmo que mais sexo signifique uma taxa de natalidade mais elevada, para as mulheres japonesas poderia significar apenas mais trabalho e até menos tempo livre do que têm agora.

In: https://zap.aeiou.pt/os-japoneses-na...em-sabe-206640
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Uma infeção sexualmente transmissível pouco conhecida pode vir a transformar-se numa superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos, de acordo com um alerta feito por especialistas europeus.

A Mycoplasma genitalium (MG) já se tem mostrado resistente a alguns dos antibióticos mais comuns e, no Reino Unido, as autoridades de saúde estão a trabalhar com novas diretrizes para evitar que o quadro se torne num caso de emergência pública.
As autoridades inglesas estão a reunir esforços não só para identificar e tratar a bactéria de uma forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, através da utilização do preservativo.
A Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida através de relações sexuais com um parceiro contaminado. No caso dos homens, causa a inflamação da uretra, levando à emissão de secreção pelo pénis e dor quando se urina.


Por sua vez, nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos – o útero e as trompas de falópio – provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade.
A infeção, porém, nem sempre apresenta sintomas e pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia.
No Reino Unido, o quadro está a preocupar as autoridades de saúde, segundo a British Association for Sexual Health and HIV (BASHH). A associação afirma que as taxas de erradicação da bactéria depois do tratamento com um grupo de antibióticos conhecidos como macrolídeos estão a diminuir. Para já, um outro tipo de antibiótico – azitromicina – ainda está a funcionar na maioria dos casos.
Nesse contexto, já existem testes para detetar a bactéria, mas ainda não estão disponíveis em todas as clínicas britânicas, onde os médicos podem, entretanto, enviar amostras para o laboratório da Public Health England – a agência executiva do Departamento de Saúde e Assistência Social – para obter um diagnóstico.
Peter Greenhouse, especialista em doenças sexualmente transmissíveis (DST), recomenda às pessoas que tomem certas precauções. “Está na altura de as pessoas ficarem a conhecer a Mycoplasma genitalium. É mais um motivo para pôr preservativos nas malas das férias de verão – e realmente usá-los”, explica.

In: https://zap.aeiou.pt/dst-ameaca-torn...acteria-210614
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